Close Menu
    Sobre a spriomais
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Escute a rádio spriomais
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube LinkedIn WhatsApp
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Spotify LinkedIn WhatsApp
    spriomais
    • Notícias
      • Cidades
      • Cultura
      • Especiais
      • Esporte
      • Geral
      • Made In Sanja
      • Meio Ambiente
      • Mulher
      • Polícia
      • Política
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Colunas
      • + Arte na Cidade
      • Animais Ok
      • Berlim Esporte Clube
      • Código Fonte
      • Cozinha sem Chef
      • Curiocidades
      • Da janela do Helbor
      • ESG na Prática
      • Esquecimento Global
      • Fora do Cabide
      • Ofício das Palavras
      • Playlist de maestro
      • Todas as Claves
      • Viva
    • Podcast
    • Branded
    • Acontece spriomais
    • Publicidade Legal
    rádio
    spriomais

    Meet

    Você está em:Início » Termelétrica no Vale do Paraíba: progresso ou perigo?
    ESG na Prática

    Termelétrica no Vale do Paraíba: progresso ou perigo?

    21 de julho de 2024Updated:21 de julho de 2024Nenhum comentário4 Minutos de Leitura
    WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Email
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Email Copy Link

    Nos últimos tempos, o debate sobre sustentabilidade ambiental tem ganhado cada vez mais força, especialmente quando falamos de grandes projetos de infraestrutura. A proposta de instalação de uma termelétrica em Caçapava, no Vale do Paraíba, é um ótimo exemplo disso, mostrando claramente os desafios e dilemas que as comunidades locais, autoridades e empresas enfrentam.

    As termelétricas são usinas que produzem energia queimando combustíveis fósseis, como carvão, óleo diesel e gás natural. O problema é que essa forma de gerar energia traz uma série de impactos ambientais. Já escrevi aqui na coluna “ESG na prática” duas vezes sobre o tema, porém cada vez mais há um desencontro de informações e talvez até de um desinteresse por parte da população, que deveria ser instruída de forma clara por todos os envolvidos, sejam eles contra ou a favor da instalação da usina na região.

    (Créditos: Freepik)

    O fato é que a tendência global é reduzir a dependência de combustíveis fósseis e investir em energias renováveis, uma alternativa necessária diante das mudanças climáticas. Uma análise da BloombergNEF indica que as fontes solar e eólica já se tornaram a forma mais barata de geração de energia elétrica em diversas localidades do globo. Em cinco anos, a operação de usinas a carvão e gás natural pode se tornar economicamente insustentável, quando a construção de novos parques solares e eólicos será a opção mais barata (que também há ressalvas). Pela análise, cerca de 75% do Produto Interno Bruto (PIB) global, que inclui algumas economias do G20 (entre elas, a do Brasil), mais alguns países na África e na América Latina, já contam com preços de renováveis mais baixos que o de outras fontes energéticas mais “sujas”.

    Portanto, mesmo considerando os possíveis benefícios econômicos da instalação de uma usina termelétrica, ainda que gere empregos, é difícil justificar a construção dessa planta em Caçapava. O impacto no abastecimento hídrico, já que essas usinas usam enormes volumes de água para resfriamento, pode comprometer os recursos hídricos locais, além disso, as emissões de poluentes como dióxido de carbono (CO2), óxidos de nitrogênio (NOx), dióxido de enxofre (SO2) contribuem para a poluição do ar e as mudanças climáticas.

    Esses pontos, por si só, já deveriam ser suficientes para reconsiderar a instalação da usina. E mesmo que haja ganhos financeiros significativos, vale a pena comprometer o ar e a água da região do Vale do Paraíba? Será que esses ganhos econômicos são realmente compensatórios frente aos possíveis danos ambientais e à qualidade de vida da população local? É uma questão que precisa ser pensada com muito cuidado.

    Deste modo, a condução da consulta pública sobre a instalação da usina tem sido alvo de críticas, com algumas pessoas apontando a falta de transparência e a pouca participação ativa da população. Por outro lado, há quem defenda que a usina trará benefícios econômicos e diversificará a matriz energética da região e do país. E que há a presença de militância nas audiências públicas, que recentemente foram interrompidas por gritos, xingamentos e palavras de baixo calão. O diálogo e a escuta ativa devem ser a base de qualquer debate, mesmo quando há discordâncias em ideais e filosofias.

    Eu desafio o leitor a apresentar argumentos sólidos que justifiquem a instalação de uma usina termelétrica na região do Vale do Paraíba. Em suma, trazer luz para esse assunto e levantar questionamentos irá apenas informar a população sobre o que é mais adequado a ser feito. Precisamos abordar essa questão de forma instruída, democrática e respeitosa para todos os envolvidos. Como dizia o poeta e filósofo Rumi, “Levante suas palavras, não sua voz. É a chuva que faz as flores crescerem, não o trovão.”

    Leia mais:

    • Preparação da força de trabalho e Práticas de ESG
    • A Importância do ESG na igualdade de gênero e inclusão
    • Governança: o pilar da sustentabilidade corporativa

    Acompanhe também: 

    Instagram

    Youtube

    Facebook

    Twitter

    Spotify

     

    * A opinião dos nossos colunistas não reflete necessariamente a visão do portal spriomais.

    Luís Magalhães

    Luís Magalhães

    Luís Fernando Carneiro Magalhães é co-fundador e sócio-diretor da srtatup joseense O2eco Tecnologia Ambiental, cujo objetivo é deixar um impacto positivo no meio ambiente. Estudou Agronomia na UFFRJ e Business & Marketing na Universidade Católica da Austrália e na Universidade de Canberra.
    Compartilhe Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Telegram Email Copy Link
    Notícias AnterioresToninho Ferreira é o candidato a prefeito pelo PSTU em SJC
    Próxima Notícia Eve exibe protótipo de carro voador em escala real na Inglaterra

    Notícias Relacionadas

    Legado vivo: o que continua depois que a gente sai de cena

    18 de julho de 2026

    Quando a omissão custa bilhões

    12 de julho de 2026

    Por que tanta gente acredita que está ajudando o planeta… sem estar?

    5 de julho de 2026
    Inscrever-se
    Acessar
    Notificar de
    Acessar para comentar
    0 Comentários
    mais antigos
    mais recentes Mais votado

    Vicentina Aranha




    NIPBR


    Pref SJC – Ferias Pref SJC – Ferias

    A spriomais é o primeiro portal jornalistico multidigital do Vale do Paraíba, com os principais acontecimentos da região, do Brasil e do mundo.

    email:
    jornalismo@spriomais.com.br

    Maior festival gastronômico do Vale do Paraíba, com 60 mil pessoas na edição de 2024, e que reúne os melhores restaurantes, bares e confeitarias de São José dos Campos.

    instagram:
    @mais_gastronomia
    email:
    comercial@spriomais.com.br

    O design elegante e as fotografias selecionadas reforçam a atmosfera gourmet do jornal impresso e digital do Grupo SP Rio Mais.
    Um convite ao leitor para desacelerar diante das páginas e perceber a informação como parte de uma experiência estética.

    email:
    comercial@spriomais.com.br 

    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    • LinkedIn
    • WhatsApp
    • Spotify
    © 2026 SPRIO SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO EIRELLI - spriomais 2025 © Todos os direitos reservados

    Escreva algo e precione Enter para buscar. Pressione Esc para cancelar.

    wpDiscuz
    Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. Se continuar a usar este site, assumiremos que está satisfeito com ele.