Se você acredita que um livro começa quando decide escrever, está enganado. Antes de colocar as ideias no papel é preciso passar por etapas importantes para que não se perca ou resolva desistir da obra.
A primeira etapa a ser levada em conta é saber qual o seu objetivo com o livro (transmitir conhecimento, contar uma história, ganhar dinheiro, fama, reconhecimento, deixar um legado).

A segunda etapa é organizar a história, definir o gênero (romance, biografia, suspense, poesia, crônica, contos), e o que não pode faltar, quais a linha narrativa. A pesquisa também é fundamental, se vai citar algum momento histórico, precisa ter certeza de que as informações estão corretas.
Só depois de tudo organizado é que você pode realmente começar a escrever. E para escrever, vai precisar de uma rotina, disciplina, empenho. Cada pessoa tem um estilo, embora seja muito difícil encontrar o próprio estilo.
Não é na primeira vez que descerá a musa para iluminá-lo. É preciso escrever muito, até fazer calo nas pontas dos dedos (ou você acha que os pés do Nureyev eram lisos e sedosos?
Depois de ter o texto, visto e revisto, revisto e visto (e a diagramação, as fichas de identificação e muita ansiedade), chega o dia do lançamento.
Então, você percebe que o livro não acaba com uma sessão de autógrafos. Essa é uma das etapas. O livro pode e deve continuar vivo, depois, sempre! E a cada vez, será uma nova vez.
Você vai falar do livro, fazer canal nas mídias socais, levá-lo a todos os lugares, presentear, fazer palestras e outros eventos. O lançamento não é o objetivo final do livro.
Deve ser pensado como uma parada para tomar ar, colocar o papo em dia, com espumante numa festa bem legal.
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E antes de pensar no próximo livro (mesmo que esteja com ele na cabeça), fique um tempo lambendo a cria. Divulgue o mais que puder. O sucesso vai depender de você.
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