O Canadá passa por mais uma onda de incêndios este ano e já forçou dezenas de milhares de pessoas a saírem de suas casas. Com a estação do ano mais quente no momento (começou o verão naquele país) – já são mais de 414 focos de incêndio, sendo 239 fora de controle, com consequências no mínimo preocupantes e que vão muito além das fronteiras canadenses – o país já perdeu mais de (38mil km²), segundo o Ministério de Preparação para Emergências.
Uma das atingidas, a cidade de Nova York ficou tomada por fuligem, fumaça e muita névoa com cheiro de queimado. Os característicos arranha-céus da cidade quase desapareceram da paisagem e, segundo as autoridades americanas, a qualidade do ar registrou o pior índice no mundo por algumas horas.

As consequências da queimada canadense foram além da maior cidade americana, atingindo mais de 18 estados naquele país e já afeta quase 70 milhões de pessoas, inclusive a sua capital, Washington, que também teve sua paisagem afetada, entre eles os principais monumentos da cidade.
Fumaça canadense na Escandinávia
As partículas de fumaça foram registradas muito além América do Norte. Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, tais partículas já foram registradas tanto na Dinamarca, Islândia e Noruega e ilustram as dimensões negativas que tal fenômeno podem causar no mundo.
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Mudanças Climáticas no mundo
A queima e o corte de florestas aumentam drasticamente as emissões de gases que causa o efeito estufa, que por sua vez aumenta a temperatura do planeta. Portanto, o planeta mais quente significa uma maior vulnerabilidade que contribui diretamente para mudanças climáticas e que são causadores de inúmeros fenômenos, tais como, enchentes, temporais, geadas, secas e, claro, incêndios naturais.
Não podemos mais ignorar o fato de que qualquer mudança ou alteração climática pontual interfere a nível mundial – o exemplo das queimadas no Canadá é apenas mais um que coloca esse ponto em evidência e mais do que nunca nos força a um olhar mais criterioso para nossas ações a níveis social e empresarial. Precisamos urgentemente mudar nossa responsabilidade com a cultura global, falta de ação e conduta relacionada ao Meio Ambiente. Na verdade, estamos atrasados no cronograma, mas ainda há tempo!
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