Close Menu
    Sobre a spriomais
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Escute a rádio spriomais
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube LinkedIn WhatsApp
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Spotify LinkedIn WhatsApp
    spriomais
    • Notícias
      • Cidades
      • Cultura
      • Especiais
      • Esporte
      • Geral
      • Made In Sanja
      • Meio Ambiente
      • Mulher
      • Polícia
      • Política
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Colunas
      • + Arte na Cidade
      • Animais Ok
      • Berlim Esporte Clube
      • Código Fonte
      • Cozinha sem Chef
      • Curiocidades
      • Da janela do Helbor
      • ESG na Prática
      • Esquecimento Global
      • Fora do Cabide
      • Ofício das Palavras
      • Playlist de maestro
      • Todas as Claves
      • Viva
    • Podcast
    • Branded
    • Acontece spriomais
    • Publicidade Legal
    rádio
    spriomais

    Suzano

    Você está em:Início » Fotógrafo passou por ‘tribunal indígena’ para produzir livro no interior de aldeia Yanomami
    Cultura

    Fotógrafo passou por ‘tribunal indígena’ para produzir livro no interior de aldeia Yanomami

    Ricardo Martins viveu quatro dias na comunidade Hemare Pi Wei, na Amazônia, registrando a rotina, força e cultura Yanomami
    Autor: Gabriel Duarte/portal spriomais21 de agosto de 2025Nenhum comentário3 Minutos de Leitura
    WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Email
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Email Copy Link
    Fotógrafo passou por 'tribunal indígena' para produzir livro no interior de aldeia Yanomami
    Maciel, líder da comunidade Hemare Pi Wei, em retrato de Ricardo Martins (Créditos: Reprodução/ricardomartinsfotografo)

    Abrindo seu coração e história a lideranças indígenas, em um julgamento sob o céu estrelado no meio da Floresta Amazônica, o fotógrafo Ricardo Martins conseguiu algo raríssimo: acessar a intimidade do povo Yanomami.

    A expedição para seu mais novo trabalho, o livro fotográfico “Os Últimos Filhos da Floresta”, durou aproximadamente 20 dias. Começou em Manaus, de onde viajou até o município Barcelos, a cerca de 405 km, em um trajeto feito de obidense, uma balsa com três andares em que as camas são redes.

    De lá, alugou um barco menor e subiu o Rio Amazonas por três dias com sua equipe até chegar na aldeia Hemare Pi Wei, quase na divisa com a Venezuela. Todo esse esforço teve como propósito viver o cotidiano sagrado da aldeia e fazer registros fotográficos que apresentassem a riqueza imaterial que há isolada no interior floresta.

    “Eles confiaram e abriram realmente os braços para receber a gente. E o que eu quero mostrar com esse projeto é uma história diferente do que a gente vem assistindo há 500 anos. É importante falar do que eles sofreram, mas tem um lado que é pouco mostrado: da força dos povos originários, da cultura.”

    A primeira frase que ouviu ao botar os pés na comunidade, uma mensagem mágica do Tuxaua Maciel, o líder local e seu intérprete nos quatro dias com os indígenas, abre a obra: “É, seu Ricardo, o seu nome ecoou pela floresta e chegou em nossos corações”.

    A aprovação do “tribunal Yanomami” — que também só aconteceu após negociações à distância que duraram cerca de um ano e meio intermediadas por contatos locais — permitiu que Martins pudesse trabalhar sem restrições e, portanto, fazer retratos profundos de um povo o qual não compreendia a língua e se conectava pela terra.

    “Como o tempo era curto, minha primeira ideia foi fazer retratos. Peguei um pano preto, abri no meio do xapono [tipo de moradia], onde tinha uma luz legal. Eu apontava, chamava, e eles posavam na minha frente. Eu não falava nada, cada um parava do seu jeito, olhava para a câmera e eu fotografava”, contou.

    Com a ajuda de Maciel para quebrar a barreira linguística, mas na maioria das vezes interagindo com acenos e alguns gestos rápidos, Martins fotografou e também filmou o tempo de comer e o de descansar, o lazer, o trabalho, festas, caças e as gerações Yanomami na aldeia Hemare Pi Wei.

    Além do livro, disponível para compra por R$ 79 no site de Martins, o fotógrafo produziu um documentário homônimo na comunidade. Ambos foram lançados oficialmente em junho no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo.

    Entretanto, o livro ganhou no mês seguinte uma cerimônia em Ubatuba, onde atualmente reside Martins, e será novamente celebrado em setembro durante a programação da FLIM (Festa Literomusical) em São José dos Campos, cidade natal do fotógrafo.

    aldeia fotografia fotógrafo indígena sao jose dos campos sjc
    Compartilhe Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Telegram Email Copy Link
    Notícias AnterioresFim dos empregos? Especialista diz que ameaça da IA tem limite: ‘Não é o Santo Graal’
    Próxima Notícia De volta ao Martins Pereira: torcida do São José está liberada para decisão contra São Bento

    Notícias Relacionadas

    Meia Maratona interdita Anel Viário, Ponte Estaiada e outras vias de SJC neste domingo

    27 de junho de 2026

    Finalmente reaberta, Casa Olivo Gomes passa a abrigar o Museu da Casa Brasileira em SJC

    Autor: Gabriel Blois Moreira27 de junho de 2026

    S. José na contramão do Mapa da Violência

    27 de junho de 2026
    Inscrever-se
    Acessar
    Notificar de
    Acessar para comentar
    0 Comentários
    mais antigos
    mais recentes Mais votado

    Vicentina Aranha







    Prefeitura SJC

    A spriomais é o primeiro portal jornalistico multidigital do Vale do Paraíba, com os principais acontecimentos da região, do Brasil e do mundo.

    email:
    jornalismo@spriomais.com.br

    Maior festival gastronômico do Vale do Paraíba, com 60 mil pessoas na edição de 2024, e que reúne os melhores restaurantes, bares e confeitarias de São José dos Campos.

    instagram:
    @mais_gastronomia
    email:
    comercial@spriomais.com.br

    O design elegante e as fotografias selecionadas reforçam a atmosfera gourmet do jornal impresso e digital do Grupo SP Rio Mais.
    Um convite ao leitor para desacelerar diante das páginas e perceber a informação como parte de uma experiência estética.

    email:
    comercial@spriomais.com.br 

    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    • LinkedIn
    • WhatsApp
    • Spotify
    © 2026 SPRIO SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO EIRELLI - spriomais 2025 © Todos os direitos reservados

    Escreva algo e precione Enter para buscar. Pressione Esc para cancelar.

    wpDiscuz
    Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. Se continuar a usar este site, assumiremos que está satisfeito com ele.