
Quebrando padrões, e a pedido do Papa Francisco em vida, seu enterro, na manhã deste sábado (26), é fora dos portões do Vaticano.
O pontífice expressou o desejo de ser sepultado na Basílica Papal de Santa Maria Maior, no centro de Roma — uma escolha que foge à tradição de mais de três séculos, que prevê o sepultamento na cripta da Basílica de São Pedro.
As últimas homenagens tiveram início com a Missa das Exéquias, presidida pelo cardeal Giovanni Battista Re, decano do Colégio Cardinalício, que destacou a personalidade do papa:
“Foi um papa entre o povo, de coração aberto a todos.”
O funeral reuniu mais de 250 mil pessoas, entre elas 50 líderes de Estado, como o presidente Lula, do Brasil; Donald Trump, dos Estados Unidos; Volodymyr Zelensky, da Ucrânia; Javier Milei, da Argentina; e Emmanuel Macron, da França, entre outros.
A partir deste domingo (27), o público poderá visitar o túmulo do Papa.
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