Uma mancha vermelha foi identificada em alto mar no canal São Sebastião-Ilhabela e deixa a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) em alerta.
A informação foi divulgada pela SEMIL (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística) na tarde desta sexta-feira (24).

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De acordo com o órgão, amostras para análise laboratorial foram recolhidas pelo Grupo de Trabalho Intersecretarial para Monitoramento Integrado de Florações de Microalgas. Foi identificado que não há algas tóxicas que possam oferecer risco à saúde humana, como o consumo de peixes.
A situação, no entanto, está sendo monitorada e por isso, a Cetesb orienta que, caso os banhistas percebam a mancha de coloração suspeita nas águas, evitem nadar ou pratica esportes naúticos, pois algumas pessoas podem ter sensibilidade e apresentar coceiras ou irritação na pele.
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Sobre a maré vermelha
A Cetesb explica que o fenômeno que causa a maré vermelha é chamado de floração e ocorre quando microorganismos — seres microscópicos que fazem parte de um ecossistema e não podem ser vistos a olho nu — aumentam rapidamente.
Geralmente, o evento está associado às mudanças sazonais no regime de luz solar, disponibilidade de nutrientes e fatores climáticos.
Quando isso acontece, podem ser observadas formação de espuma e/ou alterações na coloração da água, sendo denominadas, de forma genérica, “marés vermelhas”, quando apresentam coloração avermelhada. Embora a maioria das espécies não seja prejudicial à saúde, ao meio ambiente e às atividades econômicas, o monitoramento é feito para investigar a toxicidade dos microorganismos.
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