O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a reoneração do imposto sobre o diesel, o PIS/Cofins, que volta a ser cobrada nesta segunda-feira (1º), não deve encarecer o preço do combustível para os consumidores.
Segundo Haddad, o aumento da carga tributária será amenizado pelas reduções de preço já anunciadas pela Petrobras. A empresa anunciou um corte de R$ 0,30 no preço do litro do diesel que vende às distribuidoras de combustível, o que representa uma redução de 22,5% no ano.

Com isso, mesmo com a volta do imposto, o preço final do diesel deve cair, em vez de subir.
“Esta reoneração do diesel vai ser feita, mas o impacto [esperado] é de pouco mais de R$ 0,30”, disse Haddad. “Mas essa redução [da Petrobras] mais que compensa a reoneração. Pelo contrário: deveria haver uma pequena redução [do preço final].”
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Haddad também ressaltou que o Brasil é um país de livre mercado e que os preços dos combustíveis não são tabelados. No entanto, ele afirmou que os consumidores devem ficar atentos a eventuais argumentos de aumento de preço que possam ser utilizados pelas distribuidoras.
“É para todo mundo ficar atento: quando vier um argumento de aumento de preço, não tem nada a ver”, disse o ministro. “Estamos em um país de livre-mercado; os preços não são tabelados. Mas, no que diz respeito aos preços da Petrobras, neste mês de dezembro o preço [do diesel] caiu mais que a reoneração de 1º de janeiro.”
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