Jair Bolsonaro voltou a afirmar nesta quarta-feira (3) que não tomou a vacina contra covid-19 e negou qualquer fraude em seu cartão de vacinação ou de familiares.
O ex-presidente é investigado pela Polícia Federal em operação que apura a inserção de dados falsos de vacinação nos sistemas do Ministério da Saúde.

Em contato com a imprensa na entrada de sua casa em Brasília, onde foi feita uma busca e apreensão hoje, ele falou que a ex-primeira Dama Michelle tomou o imunizante da Janssen nos Estados Unidos e que sua filha mais nova, Laura, de 12 anos, seguiu os passos do pai e também não foi vacinada.
Bolsonaro também afirmou que a decisão de negar o imunizante foi uma escolha pessoal após ler a bula da Pfizer, uma das farmacêuticas fabricantes da vacina contra o coronavírus.
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Operação Venire
Chamada de “Operação Venire”, a operação da Polícia Federal instaurada nesta quarta cumpre 16 mandados de prisão na capital federal e no Rio de Janeiro.
Seis pessoas foram presas até o momento, dentre elas três ligadas diretamente a Bolsonaro. O ex-ajudante de ordem do ex-presidente, o tenente-coronel do exército Mauro Cid, além de Sérgio Cordeiro e Max Guilherme, assessores de Bolsonaro que trabalhavam no Planalto.
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