Close Menu
    Sobre a spriomais
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Escute a rádio spriomais
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube LinkedIn WhatsApp
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Spotify LinkedIn WhatsApp
    spriomais
    • Notícias
      • Cidades
      • Cultura
      • Especiais
      • Esporte
      • Geral
      • Made In Sanja
      • Meio Ambiente
      • Mulher
      • Polícia
      • Política
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Colunas
      • + Arte na Cidade
      • Animais Ok
      • Berlim Esporte Clube
      • Código Fonte
      • Cozinha sem Chef
      • Curiocidades
      • Da janela do Helbor
      • ESG na Prática
      • Esquecimento Global
      • Fora do Cabide
      • Ofício das Palavras
      • Playlist de maestro
      • Todas as Claves
      • Viva
    • Podcast
    • Branded
    • Acontece spriomais
    • Publicidade Legal
    rádio
    spriomais


    Você está em:Início » Capela do Vicentina Aranha: conheça sua incrível história!
    Destaque

    Capela do Vicentina Aranha: conheça sua incrível história!

    3 de maio de 2023Nenhum comentário11 Minutos de Leitura
    WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Email
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Email Copy Link

    Em meio aos jardins e à arquitetura da Capela do Vicentina Aranha, na região central de São José dos Campos, a história e os olhares do público se cruzam. Mais do que mera decoração, o local é uma fonte de identidade regional, memória e espiritualidade. Diante disso, munícipes de todos os cantos do Vale do Paraíba insistem em se perguntar: qual a história deste lugar?

    Para responder a esta pergunta, o Portal SP RIO+ conversou com dois estudiosos sobre a origem da intitulada Capela Sagrado Coração de Jesus. Sua história remonta ao ano de 1935, 11 anos após a inauguração do Sanatório Vicentina Aranha.

    Hoje parque, o espaço é gerido e preservado pela AFAC (Associação para o Fomento da Arte e da Cultura), em parceria com a Prefeitura. Já a cura pastoral da capela é de responsabilidade da Paróquia Sagrada Família, integrante da Diocese de São José dos Campos.

    Fachada da capela do Vicentina Aranha, intitulada Sagrado Coração de Jesus, no parque na região central de São José dos Campos; foto mostra céu azul entre nuvens, área verde em volta do edifício, palmeira e um poste.
    Fachada da capela, no Parque Vicentina Aranha – Foto: Matheus Andrade/SP RIO+

    Afetuosamente chamada de “pérola da santidade do Vale do Paraíba” por líderes católicos da região, a capela foi o cenário de orações de 4 candidatos à canonização pelo Vaticano: o Servo de Deus Antoninho da Rocha Marmo; a Venerável Madre Maria Tereza de Jesus Eucarístico; o Venerável Padre Rodolfo Komorek; e o Servo de Deus Dom Gabriel Paulino Bueno Couto.

    “Conhecer a Capela Coração de Jesus é conhecer o coração da cidade de São José dos Campos”, destaca Rômulo Paula, secretário da vice-postulação da causa de beatificação e canonização do Venerável Padre Rodolfo Komorek.

    Origem da Capela do Vicentina Aranha

    Hoje um dos templos católicos mais procurados para casamentos de São José dos Campos, a Capela Sagrado Coração de Jesus não foi a primeira do sanatório, pois já existia um pequeno templo capela que ocupava um dos ambientes do Pavilhão Central. Naquela época, o número de tuberculosos internados no Sanatório Vicentina Aranha estava em seu auge.

    Diante deste contexto, a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo designou a construção de uma nova capela com o objetivo de ser utilizada por religiosas e enfermos. A obra foi realizada a partir de donativos exclusivos de Conde de Lara, integrante da mesa administrativa da Santa Casa.

    Quando inaugurada a capela, o local ficou sob a jurisdição canônica da Diocese de Taubaté, que também abrangia São José dos Campos, que só ganharia sua própria Diocese em 1981.

    O projeto arquitetônico foi desenvolvido pelo Escritório Técnico da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, então dirigido por Olavo Caiuby, com as mesmas técnicas construtivas dos outros prédios do complexo.

    Conforme explicou Rômulo Paula durante a entrevista, foram utilizados diversos estilos artísticos na decoração do templo.

    “Originalmente, a capela não possui um estilo próprio. Mas é possível encontrar nela características diversas, seja pela influência da congregação religiosa que administrava o Sanatório ou do próprio movimento arquitetônico daquele período”.

    Na história da capela, estão assinalados os nomes de ao menos dois sacerdotes muito conhecidos.

    Monsenhor Ascânio Brandão foi um deles. O religioso é considerado um dos  precursores da imprensa católica no Brasil. Posteriormente, ele esteve presente na fundação da Paróquia de São Dimas, hoje catedral da Diocese de São José dos Campos, na região central da cidade.

    Outro religioso responsável pelas primeiras missas da capela foi Padre Rodolfo Komorek, o “Padre Santo”, salesiano de Dom Bosco e missionário no Brasil, que morreu com fama de santidade em São José dos Campos. A sua causa de canonização encontra-se atualmente em estudo no Vaticano.

    Retrato do Padre Rodolfo Komorek, em preto e branco; na foto ele utiliza um óculos e uma roupa preta, enquanto olha para a câmera.
    Retrato de Padre Rodolfo Komorek, que passou pela capela – Foto: Reprodução/Canção Nova

    Arquitetura e estrutura

    Construído em estilo eclético, típico de sua época, o local possui referências neoromânicas, neoclássicas e outras. Apesar do tempo, a edificação sofreu poucas alterações. É o que explicou o arquiteto Felipe Ferri, mestre em preservação e restauro de patrimônio histórico, integrante da AFAC.

    “As Igrejas Católicas são as que menos sofrem alterações, já que o uso é sempre litúrgico. Então essa igreja está preservada e muito próxima da sua concepção original. Foi feito um pequeno acréscimo de uma varanda acoplada ao corpo original na parte de trás, onde havia a Casa do Capelão. Mas manteve-se o mesmo padrão estético”, explicou o arquiteto.

    Segundo o especialista, até mesmo os bancos e portas da capela mantiveram-se os mesmos ao longo dos anos. “A gente diz, com cautela, que quase tudo o que está aqui remonta à fase sanatorial”.

    Parte interna da Capela do Vicentina Aranha, com bancos de madeira, teto, piso de ladrilho hidráulico e imagens nas laterais; local está em São José dos Campos (SJC).
    Parte interna da capela, com bancos originais que remetem à sua origem – Foto: Matheus Andrade/SP RIO+

    Dentre as pequenas alterações sofridas com o tempo, o arquiteto destacou os vitrais das janelas: dos dez existentes hoje, somente 4 remontam à sua inauguração. Os demais, no entanto, foram acrescidos ainda no período sanatorial.

    Além disso, os jardins também passaram por transformações já que em seu início o Sanatório Vicentina Aranha era um grande terreno descampado.

    “No passado já existia o jardim, sendo maior do que o de hoje, pois circundava toda a capela e a gruta, integrando estas duas construções. O Sanatório todo era desenhado com jardins. Isso foi se perdendo com o tempo. A vegetação foi se desenvolvendo ao longo dos anos. Então muitas árvores foram plantadas intencionalmente, tanto com função estética, para sombreamento ou para fazer uma barreira contra o vento”, disse Felipe.

    Com capacidade para cerca de 150 pessoas e uma área de 470m², a Capela do Vicentina Aranha conta hoje com altares laterais, vitrais e um tradicional piso de ladrilho hidráulico, fabricado artesanalmente à base de cimento e outras matérias-primas. Ele recebe este nome por não passar por processo de queima em sua produção, mas por uma submersão em água.

    “A gente tem aqui um exemplar de uma capela do estilo eclético. Mesmo após o Concilio Vaticano II, o altar tradicional não foi alterado, só foi acrescida a mesa do altar à frente, sem desmanchar o original. Nos vitrais, temos obras de arte aqui. É uma riqueza artística, cultural e humana”, enfatizou o arquiteto.

    Piso de ladrilho hidráulico na capela, em SJC, com bancos de madeira, um altar no centro e uma imagem de Jesus ao fundo.
    Piso de ladrilho hidráulico, feito de forma artesanal – Foto: Matheus Andrade/SP RIO+

    Altares laterais

    Dentre os adornos que muito chamam a atenção do público, estão os altares laterais. Eles remetem não somente às devoções populares vividas no período sanatorial de São José dos Campos, mas também ajudam a ilustrar a realidade do então Sanatório Vicentina Aranha. O local recebia enfermos de todos os sexos e idades.

    Imagens em vidro dentro da Capela Sagrado Coração Jesus, no Parque Vicentina Aranha, em SJC, que faz parte da Paróquia Sagrada Família; foto tem tons em marrom, branco e bege.
    À esquerda, anunciação do anjo Gabriel à Maria; à direita: nascimento de Jesus Cristo – Foto: Matheus Andrade/SP RIO+

    As imagens retratadas nos altares laterais referenciam justamente a acolhida aos jovens. Uma delas é Santa Inês, que era apresentada pelos Salesianos como um modelo de santidade juvenil para as meninas.

    Outra imagem que remete à acolhida que era realizada pelo sanatório é a de São Luiz Gonzaga, modelo de santidade juvenil para os meninos. Percebe-se, assim, a influência e forte presença da educação salesiana no local.

    Ainda segundo as explicações de Rômulo Paula, a imagem de Nossa Senhora de Lourdes apresentada em um dos vitrais remete à própria origem de sua devoção. Nossa Senhora de Lourdes é padroeira dos doentes. Em seu dia litúrgico, 11 de fevereiro, celebra-se o Dia Mundial dos Enfermos. 

    Já a imagem de São Tarcísio traz outra referência às crianças. O santo é considerado o padroeiro dos coroinhas.

    Imagem de São Tarcísio dentro da capela Sagrado Coração de Jesus, em vidros de uma janela, com parede marrom e bege; foto ilustra matéria sobre a história do local.
    Imagem de São Tarcísio, que traz referência às crianças – Foto: Matheus Andrade/SP RIO+

    Outra referência à história da região é a de Santa Teresinha do Menino Jesus, que oficialmente remonta à devoção das congregações que nasceram do Carmelo, uma ordem religiosa católica que surgiu no final do século XI, na região do Monte Carmelo, em Israel.

    Embora tenha origem francesa, a santa possui grande devoção no Vale do Paraíba, que recebeu o primeiro santuário em sua homenagem fora da França, em Taubaté.

    Santa Teresinha do Menino Jesus em um vitral dentro da Capela Sagrado Coração de Jesus, em SJC.
    Imagem de Santa Teresinha do Menino Jesus – Foto: Matheus Andrade/SP RIO+

    Remontando à influência da congregação religiosa que administrava o Sanatório, observa-se ainda a presença de um vitral dedicado a Santa Isabel da Hungria, que compõe o escopo de altares laterais.

    Além das referências históricas e culturais, os altares laterais ainda contam com imagens importantes da Igreja Católica, como a figura do Bom Pastor, da Sagrada Família e as do próprio Coração de Jesus.

    Imagem do Bom Pastor em vidro, com cores azul, vermelha e verde, em uma janela em uma parede marrom, com um quadro aos lados.
    Imagem do Bom Pastor – Foto: Matheus Andrade/SP RIO+
    São João e Jesus Cristo durante a Última Ceia, em uma imagem dentro da capela, em vidro, com uma escada de madeira ao lado.
    São João e Jesus Cristo durante a Última Ceia – Foto: Matheus Andrade/SP RIO+

    Inauguração do Parque Vicentina Aranha

    Mesmo com  a transformação do Sanatório Vicentina Aranha em parque, em 2006, a Capela Sagrado Coração de Jesus continuou com as atividades litúrgicas e sacramentais, sendo fechada em alguns períodos apenas para reformas ou pequenos reparos em sua estrutura.

    No final de 2021, após a entrega das obras de restauro em sua fachada, a Paróquia Sagrada Família estabeleceu um contrato de parceria e cooperação com a AFAC, em vista da recuperação dos bens materiais e imateriais presentes no complexo Vicentina Aranha, em vista da Causa do Padre Rodolfo Komorek.

    A parceria permitiu a reabertura do templo para missas e casamentos, no segundo semestre de 2022.

    Origem do nome Sagrado Coração de Jesus

    O padroeiro da Capela é o Sagrado Coração de Jesus.

    De acordo com Rômulo Paula, a influência francesa e, indiretamente, da devoção popular deixou marcas na edificação do templo, construído em meio a um sanatório para o tratamento de tuberculosos.

    “Aqueles que buscam a restauração de sua saúde só poderão encontrá-la de forma integral se buscarem a saúde espiritual. Por isso o Sagrado Coração de Jesus é apresentado como aquele que é, de fato, o restaurador de coração e de vidas e que, assim, influencia na vida pastoral dos fieis”, destacou Rômulo.

    Outra hipótese da nomeação é que as religiosas da Congregação das Irmãs de São José de Chambéry, que estiveram à frente da capela do período sanatorial, já possuíam devoção particular ao Sagrado Coração de Jesus.

    Altar da Capela do Vicentina Aranha, localizada dentro do parque, na região central de São José dos Campos; foto mostra uma imagem ao fundo, mesas e cadeiras, parede marrom e iluminação baixa vindo do teto.
    Altar da capela, com a imagem do Sagrado Coração de Jesus no alto – Foto: Matheus Andrade/SP RIO+

    Relação com a Paróquia Sagrada Família

    Conforme Rômulo Paula explicou durante a entrevista ao Portal SP RIO+, dois motivos justificam o vínculo da capela com a Paróquia Sagrada Família.

    O primeiro motivo é porque a paróquia é responsável pela animação da causa da canonização do Padre Rodolfo Komorek.

    O segundo motivo é que ambos estão em um mesmo território, recebendo fiéis, principalmente, dos bairros da região central.

    Como agendar casamentos na Capela do Vicentina Aranha?

    A Paróquia Sagrada Família também é responsável pelo agendamento de casamentos na Capela do Vicentina Aranha.

    As cerimônias acontecem aos sábados, às 16h30, 18h ou 19h30.

    Para agendar, os noivos precisam assinar um termo de compromisso acerca das regras particulares reservadas ao local.

    Dentre as regras, estão a não utilização de passarelas de espelho, de fios quentes, de fogos quentes no interior e no exterior etc.

    A agenda de casamentos é aberta com 1 ano de antecedência.

    Não é possível realizar batizados e outros sacramentos católicos.

    Quais outros eventos são realizados?

    Além dos casamentos, a Capela do Vicentina Aranha realiza celebrações especiais em comemoração às datas que contam a história do local, do parque e do Padre Rodolfo Komorek.

    Dentre as datas, estão as missas solenes em memória à Nossa Senhora de Lourdes, ao Sagrado Coração de Jesus, festa de aniversário da criação da capela e aniversário do parque, além das tradicionais celebrações de Natal, Páscoa e Corpus Christi.

    Desde sua reabertura, em 13 de agosto de 2022, na Capela Sagrado Coração de Jesus também são celebradas missas aos domingos, sempre ao meio-dia, horário que remonta às missas do período sanatorial.

    Reduto de tradição e história

    Como parte da construção da identidade de São José dos Campos, o Parque Vicentina Aranha conta com uma série de paisagens, arquitetura e referências à sua fase sanatorial. Trata-se não somente de uma herança unicamente católica, mas também histórica e cultural. É o que destacou Rômulo Paula.

    “Como dizemos, é o coração da cidade no coração de Jesus. Aqueles que desejam buscar e reconhecer a história de São José dos Campos encontram dentro desta capela não só as características arquitetônicas que vão corresponder ao período, mas também um pouco da história daquilo que a cidade viveu”.

    Ainda sob um sentimento de carinho à capela, Rômulo enfatizou que tal tradição remete não somente a um cuidado corporal, mas também espiritual.

    “Quando as pessoas visitam o Vicentina Aranha é possível encontrar não só esse cuidado pessoal, da sua saúde corporal, mas também o de sua saúde espiritual. Ou seja, na capela do Vicentina Aranha se cuida integralmente da pessoa humana, seja do seu corpo ou de seu espírito, visto o local privilegiado em que se encontra”, ressaltou.

     

    Acompanhe também: 

    Instagram

    Youtube

    Facebook

    Twitter

    Spotify

    Compartilhe Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Telegram Email Copy Link
    Notícias AnterioresSão José tem grupo da Copa Paulista 2023 divulgado nesta terça (2)
    Próxima Notícia Ex-assessores de Bolsonaro são presos em operação da PF contra fraude em dados de vacinação

    Notícias Relacionadas

    Em collab inédita, spriomais convida artista joseense para pintar mural ao vivo no Mais Gastronomia

    Autor: Gabriel Duarte/portal spriomais28 de maio de 2026

    Noite Oficial dos OVNIs completa 40 anos de mistério

    Autor: Gabriel Blois Moreira19 de maio de 2026

    Joseenses entregam looks nas primeiras manhãs frias do ano

    Autor: Gabriel Blois Moreira 13 de maio de 2026
    Inscrever-se
    Acessar
    Notificar de
    Acessar para comentar
    0 Comentários
    mais antigos
    mais recentes Mais votado










    A spriomais é o primeiro portal jornalistico multidigital do Vale do Paraíba, com os principais acontecimentos da região, do Brasil e do mundo.

    email:
    [email protected]

    Maior festival gastronômico do Vale do Paraíba, com 60 mil pessoas na edição de 2024, e que reúne os melhores restaurantes, bares e confeitarias de São José dos Campos.

    instagram:
    @mais_gastronomia
    email:
    [email protected]

    O design elegante e as fotografias selecionadas reforçam a atmosfera gourmet do jornal impresso e digital do Grupo SP Rio Mais.
    Um convite ao leitor para desacelerar diante das páginas e perceber a informação como parte de uma experiência estética.

    email:
    [email protected] 

    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    • LinkedIn
    • WhatsApp
    • Spotify
    © 2026 SPRIO SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO EIRELLI - spriomais 2025 © Todos os direitos reservados

    Escreva algo e precione Enter para buscar. Pressione Esc para cancelar.

    wpDiscuz
    Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. Se continuar a usar este site, assumiremos que está satisfeito com ele.