A Capela do Pilar, em Taubaté, está passando por ações de conservação.
Em um post nas redes sociais, a Secretaria de Planejamento da cidade divulgou fotos da ação.

O prédio faz parte do patrimônio cultural brasileiro e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, (IPHAN), Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT) e Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico.
Em 2022, o imóvel entrou para a lista de obras emergenciais para a proteção do bem.
Em janeiro deste ano começou também a a pesquisa dos pigmentos e materiais que fizeram parte da capela ao longo dos anos.
Segundo a administração municipal, os resultados servirão de base para restaurações futuras.
Vale ressaltar que essas medidas estão de acordo com as propostas para o Plano de Preservação do Patrimônio Cultural e da Paisagem, em fase final de elaboração, pela Secretaria de Planejamento.
História da Capela do Pilar

A construção da Capela de Nossa Senhora do Pilar começou em 1725, por Timóteo Corrêa de Toledo, e inaugurada em 1747.
A obra foi erguida em taipa de pilão, no estilo barroco paulista com algumas influências do barroco mineiro.
Além disso, a igreja traz traços da arquitetura espanhola.
O altar principal foi erguido no final do século XVIII.
O imóvel ficou até 1950 com atividades religiosas. No entanto, devido às más condições de conservação, passou a ser usado esporadicamente para outras programações e exposições.
Em 1870, o local passou pelas primeiras obras de reparo e conservação.
Depois foi nos anos de 1975, 1957 e 1964, tornando-se então sede do Museu de Arte Sacra.
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