Close Menu
    Sobre a spriomais
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Escute a rádio spriomais
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube LinkedIn WhatsApp
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Spotify LinkedIn WhatsApp
    spriomais
    • Notícias
      • Cidades
      • Cultura
      • Especiais
      • Esporte
      • Geral
      • Made In Sanja
      • Meio Ambiente
      • Mulher
      • Polícia
      • Política
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Colunas
      • + Arte na Cidade
      • Animais Ok
      • Berlim Esporte Clube
      • Código Fonte
      • Cozinha sem Chef
      • Curiocidades
      • Da janela do Helbor
      • ESG na Prática
      • Esquecimento Global
      • Fora do Cabide
      • Ofício das Palavras
      • Playlist de maestro
      • Todas as Claves
      • Viva
    • Podcast
    • Branded
    • Acontece spriomais
    • Publicidade Legal
    rádio
    spriomais

    Mais Gastronomia

    Você está em:Início » Cientistas do Butantan afirmam que covid-19 preocupa mais que a varíola dos macacos
    Saúde

    Cientistas do Butantan afirmam que covid-19 preocupa mais que a varíola dos macacos

    30 de maio de 2022Updated:30 de maio de 2022Nenhum comentário3 Minutos de Leitura
    WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Email
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Email Copy Link

    Foto: Fusion Medical Animation

    Cientistas do Butantam acreditam que o surto de casos de varíola dos macacos em países onde o vírus não é endêmico, como os Estados Unidos, está longe de ser preocupante como o coronavírus e suas variantes.

    Para Neuza Frazatti Gallina, gerente do laboratório piloto de vacinas virais do instituto, essa crença existe primeiro porque o vírus da varíola dos macacos (monkeypox, em inglês) tem potencial de transmissão entre humanos menor do que o vírus da covid-19, a sintomatologia e mecanismos de transmissão são conhecidos e ele inclusive já possui tratamento regulamentado, fatores essenciais para sua contenção.

    “São vírus completamente diferentes. O SARS-CoV-2 é vírus respiratório, que se espalha pelo ar muito mais rapidamente, enquanto o monkeypox tem uma propagação por contato com a pele, com roupas de cama e gotículas, que se combate bloqueando os focos”, explica Neuza.

    Por outro lado, a transmissão, sintomatologia e disseminação da Covid-19 e de suas variantes ainda são objeto de estudo da comunidade científica e das autoridades de saúde, apesar dos avanços alcançados nos últimos dois anos. Por conta disso, os impactos de ambos os vírus na humanidade têm pesos diferentes e não podem ser comparados, afirma a diretora do laboratório de virologia do Instituto Butantan, Viviane Botosso.

    “Até o primeiro surto de SARS, os coronavírus não eram conhecidos como agentes causadores de doenças graves em humanos. Relatos da época relacionavam o vírus apenas a resfriados comuns, portanto, acreditava-se que atingia principalmente as vias superiores. Posteriormente, verificou-se que ele também poderia ocasionar doenças graves em humanos. Já o monkeypox é conhecido há mais de 50 anos, o que facilita a adoção de medidas sanitárias de formas mais rápidas”, afirma.

    Outro ponto que impede a comparação é o potencial de gravidade de ambos os vírus em humanos. À exceção de populações de risco, como crianças e imunocomprometidos, o monkeypox tende a ser uma doença autolimitada que se resolve dentro do período de duas a quatro semanas. Por outro lado, durante a pandemia de Covid-19, verificou-se um elevado número de casos graves em diversas faixas etárias, com alta taxa de hospitalização, incluindo em UTIs, explica a virologista.

    “Por ora é um alerta, nada comparado ao SARS-CoV-2 que já foi divulgado como um problema de saúde sério. Agora as pessoas sabem os sintomas da monkeypox e podem procurar um médico. No começo da pandemia de covid-19 não sabíamos nada disso e consequentemente as respostas demoraram mais a ser obtidas”, afirma Viviane.

    Mortalidade

    Mais um fator que impede a comparação é que a varíola dos macacos é considerada uma doença branda, que dificilmente leva à morte, embora possa ser grave em alguns casos, segundo a OMS.

    As duas linhagens existentes do vírus da varíola dos macacos, o da África Ocidental, correspondente a todos os casos deste novo surto, tem uma taxa de mortalidade de 3,6%, enquanto o do vírus da Bacia do Congo, mais letal, é de 10%, esclarece o órgão de saúde mundial.

    “A varíola dos macacos é uma doença autolimitante, que tende a se curar sozinha, embora casos graves possam ocorrem em pessoas mais suscetíveis como imunossuprimidos, grávidas e crianças”, explica Viviane.

    Já a Covid-19 totaliza mais de 6 milhões de mortes diretas e 15 milhões de mortes associadas direta ou indiretamente (devido ao impacto da pandemia nos sistemas de saúde e na sociedade) ao vírus no mundo, segundo a OMS, que classifica essa situação como “excesso de mortalidade”.

    Por isso, a medida mais importante neste momento é bloquear a transmissão de ambos os vírus, “o que nós aprendemos com o próprio SARS-CoV-2”, conclui a virologista.

    Compartilhe Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Telegram Email Copy Link
    Notícias AnterioresTemporada de Baleias e Golfinhos começa na quarta-feira em Ilhabela
    Próxima Notícia Alterações na carreira de magistério entram em vigência em Taubaté

    Notícias Relacionadas

    Brasil já conta com 709 casos de mpox; MS convoca reunião para tratar da doença

    13 de agosto de 2024

    Atendimentos a pacientes com colesterol alto crescem 41% no SUS de SP

    8 de agosto de 2024

    Hospital Municipal de São José adquire novos arcos cirúrgicos de última geração

    11 de maio de 2024
    Inscrever-se
    Acessar
    Notificar de
    Acessar para comentar
    0 Comentários
    mais antigos
    mais recentes Mais votado






    Unitau



    A spriomais é o primeiro portal jornalistico multidigital do Vale do Paraíba, com os principais acontecimentos da região, do Brasil e do mundo.

    email:
    [email protected]

    Maior festival gastronômico do Vale do Paraíba, com 60 mil pessoas na edição de 2024, e que reúne os melhores restaurantes, bares e confeitarias de São José dos Campos.

    instagram:
    @mais_gastronomia
    email:
    [email protected]

    O design elegante e as fotografias selecionadas reforçam a atmosfera gourmet do jornal impresso e digital do Grupo SP Rio Mais.
    Um convite ao leitor para desacelerar diante das páginas e perceber a informação como parte de uma experiência estética.

    email:
    [email protected] 

    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    • LinkedIn
    • WhatsApp
    • Spotify
    © 2026 SPRIO SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO EIRELLI - spriomais 2025 © Todos os direitos reservados

    Escreva algo e precione Enter para buscar. Pressione Esc para cancelar.

    wpDiscuz
    Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. Se continuar a usar este site, assumiremos que está satisfeito com ele.