
Um laudo elaborado pelo Núcleo de Criminalística da Polícia Federal de São Paulo revela que o vídeo íntimo atribuído ao governador de São Paulo, João Doria, durante as eleições de 2018, não sofreu adulterações.
Uma perícia cibernética não encontrou sinais de cortes, edição no cenário nem modificações no rosto das pessoas que aparecem durante a gravação das imagens, que mostram uma orgia do, até então, pré-candidato a governador com cinco mulheres. A conclusão foi reforçada por outras diligências.
Uma das mulheres que aparecem nas cenas, que trabalha no gabinete de um parlamentar paulista, foi convocada para depor na PF. O inquérito policial, que está nas últimas fases da investigação, foi aberto a pedido dos advogados do governador paulista.
Doria alega que está sendo vítima de “difamação eleitoral”, com fatos criados por oponentes políticos para prejudicá-lo, isso porque o governador é pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB.
Na época dos fatos, Doria gravou um comunicado, ao lado da esposa, Bia Doria, negando que tenha participado de atos sexuais extraconjugais.