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Foto: Divulgação/CMT
A Câmara de Taubaté deve gastar R$ 35,9 mil nos próximos 12 meses para adquirir lanches para vereadores e servidores durante as sessões ordinárias de terça-feira. O serviço será prestado por uma padaria de Pindamonhangaba, que venceu a licitação. O valor máximo era de R$ 41,9 mil.
Durante o período de contrato serão servidos 2.940 lanches e 2.940 latas de refrigerante. Isso representa 70 kits por semana, que serão oferecidos a vereadores e assessores. O valor máximo de cada kit era de R$ 14,27, mas a empresa vencedora aceitou o contrato por R$ 12,23/kit. Serão seis opções diferentes de lanche: peito de peru, salame, presunto com queijo, rosbife, atum e natural (peito de frango).
Firmado em 2014, o contrato anterior previa inicialmente 90 kits por sessão – na época, cada gabinete tinha um assessor a mais. O custo inicial foi de R$ 39,8 mil, o que representava um valor de R$ 8,35 por kit. Eram apenas três opções: peito de peru, salame e presunto.
O fornecimento de lanches a vereadores e servidores foi instituído em 2014 quando a Câmara começou a realizar sessões noturnas, com início às 18h. Em 2015 as sessões voltaram a começar às 14h30, mas os kits foram mantidos. Esse ano, as atividades passaram a ter início às 16h.
Além disso, em 2015 foi criado o auxílio-alimentação na Câmara. O valor era de R$ 220/mês para cada servidor, e em 2018 passou para R$ 467,95. Vereadores não recebem.
A Câmara alega que os lanches são fornecidos porque “as sessões ordinárias ocorrem após o horário de expediente normal” e que “a concessão do auxílio-alimentação não se confunde com o fornecimento de lanche”, ressaltando que “nos períodos de recessos parlamentar o fornecimento do lanche é suspenso”.
