OVale
Foto: Rogério Marques/Arquivo OVALE
A empresa que vencer a licitação para concessão da Rodoviária Nova de Taubaté terá que investir R$ 26,3 milhões no terminal em 30 anos.
Essa previsão está nos estudos de viabilidade técnica, econômica, financeira e da modelagem da concessão do terminal, que serão apresentados nessa quarta-feira em uma audiência pública na Escola do Trabalho Jaboticabeiras II (Rua Marechal Artur da Costa e Silva, 1.555), às 10h.
Esse valor seria investido em três etapas. A primeira delas custaria R$ 4,379 milhões e compreenderia: recuperação da infraestrutura existente; reorganização das plataformas; controle de embarque e desembarque; revisão da sinalização e comunicação; e aproveitamento de espaços ociosos.
A segunda fase custaria R$ 12,348 milhões e compreenderia: ampliação das áreas de locação; reorganização das vias de acesso de ônibus; reconstrução do lay-out interno; e mais ações de revisão da sinalização e comunicação.
Já a terceira fase custaria R$ 8,2 milhões e incluiria: construção de empreendimentos comerciais; remodelação do estacionamento; e implementação de projeto paisagístico.
Além desses investimentos, a previsão é de que a empresa gaste mais R$ 49,443 milhões para o custeio do terminal durante os 30 anos de concessão. Já a previsão de receita nesse período seria de R$ 127,556 milhões. Os estudos foram realizados pela empresa de consultoria Geo Brasilis, que receberá uma compensação financeira da empresa que vencer a licitação – de até 2,5% dos investimentos. Entre os principais problemas apontados estão: falta de manutenção dos sistemas hidráulicos e elétricos; necessidade de reconstrução de sanitários; saguão de embarque desconfortável; e ausência de painéis informativos das partidas e chegadas de ônibus.
