
A prisão civil do influenciador digital Samuel Sant’anna, conhecido como Gato Preto, ocorrida na manhã deste domingo (14), em São Paulo, teve origem em um mandado expedido pela 1ª Vara da Família e Sucessões de São José dos Campos, responsável pelo processo relacionado ao pagamento de pensão alimentícia.
A ordem judicial foi cumprida pela Polícia Militar no bairro do Tatuapé, na Zona Leste da capital paulista, após a localização do influenciador por meio de um alerta do aplicativo Muralha Paulista. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a abordagem ocorreu por volta das 6h30, na avenida Vereador Abel Ferreira, logo após ele deixar uma casa de shows. O caso foi registrado no 30º Distrito Policial, no Tatuapé, como captura de procurado.
De acordo com as informações oficiais, a prisão decorreu do não pagamento de pensão alimentícia, cuja dívida ultrapassa R$ 57 mil. Após a confirmação do mandado expedido pela Justiça de São José dos Campos, Samuel Sant’anna permaneceu detido à disposição do Judiciário.
Acordo de quitação integral do débito
Em nota divulgada nas redes sociais pela advogada Fabiana Oliveira, responsável pela defesa do influenciador, foi informado que as partes envolvidas já firmaram um acordo para a quitação integral do débito. Segundo o comunicado, o processo encontra-se em fase final de regularização, aguardando apenas a conclusão dos trâmites formais.
Ainda conforme a defesa, o procedimento depende do recebimento dos valores pelo advogado da parte credora e da posterior comunicação ao juízo competente, para que seja expedida a ordem de soltura. A nota afirma que a situação está em processo de finalização, condicionada apenas às etapas administrativas necessárias.
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Quem é o influenciador
Samuel Sant’anna, de 31 anos, tornou-se conhecido nas redes sociais ao compartilhar conteúdos relacionados a bens de luxo e relacionamento. Sua trajetória pública inclui episódios de controvérsia, como acusações envolvendo pensão alimentícia e violência doméstica. Recentemente, ele também foi citado em uma operação policial que investigou a promoção ilegal de jogos de azar on-line, conhecida como “Jogo do Tigrinho”.
O caso segue sob análise da Justiça, que deverá se manifestar após o cumprimento das etapas formais informadas pela defesa.