
O documentário “Memórias que Tocam”, produzido e dirigido em São José dos Campos por Tiago Ferigoli, ganhará novos rumos a partir de 2026.
Após estrear no YouTube, onde já acumula mais de 12 mil visualizações, o filme será inscrito em diversos festivais de cinema.
Sobre o que fala o documentário “Memórias que Tocam”
A obra revela o trabalho da musicista e pesquisadora Dra. Raquel Aranha no Centro de Documentação Musical de São José dos Campos (CDM SJC), instalado no Parque Vicentina Aranha.
O documentário mergulha na preservação do acervo musical brasileiro, trazendo à tona partituras manuscritas, fitas cassete, bilhetes e registros de orquestras que marcaram gerações.
Confira os textos da coluna “Todas as Claves”, assinada por Raquel Aranha
Em entrevista ao podcast talkmais, Ferigoli destacou a força do título do documentário e a mensagem que pretende transmitir ao público:
“Memórias que Tocam tem um duplo sentido. Tocar no sentido da emoção, de valorizar a informação e a memória, e também no sentido musical. É um trabalho singelo, feito com delicadeza e com grande valor. Espero ter conseguido traduzir isso no filme”, disse o diretor.
Raquel Aranha reforçou a importância do registro audiovisual para difundir a relevância da memória musical do país. Segundo ela, cada partitura e cada documento preservado carregam uma história viva, que merece ser compartilhada com o público.