
A Casa da Mulher, serviço mantido pela Prefeitura de Taubaté para acolhimento emergencial de vítimas de violência doméstica, já recebeu 16 mulheres e 22 crianças desde janeiro deste ano. A divulgação dos dados ocorre em meio ao Agosto Lilás, campanha nacional que reforça a luta pelo fim da violência contra a mulher.
O espaço atende vítimas sem rede de apoio e em risco iminente, garantindo proteção e acompanhamento psicossocial.
Atualmente, o local abriga duas mulheres e quatro crianças, segundo a Prefeitura. Em casos de maior gravidade, quando os agressores têm envolvimento com crimes mais sérios, algumas vítimas foram encaminhadas ao Provita (Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas).
A parceria entre o município e o Provita começou em fevereiro de 2025, ampliando a rede de proteção em Taubaté.
Os dados também mostram sinais de recomeço: dez mulheres conseguiram romper o ciclo da violência e retomar suas atividades profissionais. Além disso, 17 delas foram incluídas no Auxílio Aluguel para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, um benefício estadual no valor de R$ 600 mensais.
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O apoio é destinado a mulheres com medida protetiva expedida pela Justiça e que estavam em situação de vulnerabilidade econômica.
Com endereço mantido em sigilo por segurança, a Casa da Mulher oferece 20 vagas e conta com equipe técnica responsável por garantir acesso a direitos e articular estratégias para que as vítimas possam reconstruir suas vidas.
O encaminhamento ao serviço pode ser feito pelo Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), que atende de segunda a sexta, das 8h às 17h, nas unidades da Rua Urbano Figueira, n° 107, e da Praça Monsenhor Silva Barros, n° 101, ambas no Centro.
Também é possível buscar ajuda diretamente na Delegacia da Mulher, na Alameda Investigador José Leôncio Ramos, no Jardim Eulália, que funciona inclusive nos finais de semana.=