
Escorado na vitória de Anderson Farias na eleição para prefeito em 2024, o partido tem a maior bancada na Câmara, poder de decisão na administração da cidade e o respaldo do vice-governador Felicio Ramuth — ex-prefeito responsável pelo duplo twist carpado que mudou a balança da política joseense. É bastante coisa. Mas nem tudo que reluz é ouro…
Gente demais
Bola da vez na política da cidade, o PSD vive um “inchaço”, e isso se reflete em um grande número de “candidatos a candidato” nas eleições para deputado em 2026. O risco de pulverização de votos é grande. Mesmo com bom potencial eleitoral, o enxame de candidaturas pode ter um fim perverso: não eleger ninguém — como ocorreu na eleição de 2022.
Quem?
A ex-vereadora Renata Paiva é cotada para disputar uma vaga na Câmara Federal, de olho na cota feminina e no apoio da cúpula do partido, incluindo o “chefão” do PSD, Gilberto Kassab. Ela pode ter um concorrente interno: Marcão da Academia, vereador que sonha com a candidatura, embora ainda esteja indeciso entre buscar a Assembleia Legislativa ou a Câmara Federal.
Tem mais
Eleito vereador em 2024, Cláudio Apolinário deve tentar, mais uma vez, uma vaga de deputado estadual. De quebra, o presidente da Câmara, Roberto do Eleven, também tem sinalizado que pode entrar nessa briga — com foco na Alesp. Muitos nomes são sinal de muita negociação e, com certeza, uma boa dose de frustração.
Novo rumo
Em todo caso, o PSD de São José dos Campos viverá, em 2026, um cenário bem diferente do de 2022. No ano que vem, o partido pode, de fato, eleger um deputado. Em 2022, a meta era outra: lançar diversos nomes para dificultar a eleição de Eduardo Cury (PSDB à época, hoje no PL). A estratégia deu certo: Cury não foi eleito por poucos votos. E em 2026? Façam suas apostas.
Segue o baile…
Leia mais na coluna Código Fonte: E tem mais uma pedra no caminho de Eduardo Cury