
A eleição de 2026 é decisiva para o ex-prefeito Eduardo Cury (PL).
Depois de bater na trave na eleição para deputado federal em 2022, quando ainda era do PSDB, e ser derrotado por Anderson Farias (PSD) na disputa pela Prefeitura de São José dos Campos em 2024, Cury joga sua sorte nas urnas de 2026 em busca de um mandato para chamar de seu. Afinal, político sem mandato é igual a centroavante que não faz gol.
O PL conseguiu uma boa base de prefeitos na região nas eleições do ano passado, mas Cury não deve ter vida fácil. Vamos analisar esse cenário?
Congestionado
Na briga por votos em 2026, o PL é um partido congestionado, com muitos “cardeais” buscando uma vaga na Câmara Federal, a começar pelo “chefão” do partido, Valdemar da Costa Neto, que analisa se lançar nessa disputa. Esse “congestionamento” pode também impactar o volume de recursos de campanha. E aí, como fica?
Corpo a corpo
Outro obstáculo é a marcação corpo a corpo que Cury deve sofrer dos “chefões” do PSD local, Anderson e Felício Ramuth.
Isso já aconteceu em 2022, quando Cury foi bem votado em São José dos Campos, mas teve uma perda severa de votos para candidatos do PSD, entre eles Ricardo Nakagawa, ex-vice-prefeito no primeiro mandato de Felicio. Votos que foram determinantes para deixar Cury fora da Câmara Federal.
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Outros nomes
Além disso, nomes do PL de São José dos Campos “namoram” com candidatos “estrangeiros”, como, por exemplo, Thomaz Henrique, pré-candidato a deputado estadual, que pode “dobrar” com Lucas Pavanatto. E outros candidatos do PL na RMVale, como o prefeito Toninho Colucci, de Ilhabela, ameaçam “fechar” o espaço para novas alianças.
Resumindo
Resumindo, o mar não está para peixe. Cury terá pela frente uma eleição difícil, que pode decidir seu futuro político. Só muito foco, uma boa estratégia e um bocado de sorte para sair dessa sinuca de bico. Vai dar certo? Bem, o jogo é jogado e só acaba quando termina.
Segue o baile…