
Meu amigo José Guilherme fez aniversário esta semana, com direito a festa e bolo, um cheesecake de frutas vermelhas.
Ele merece …
Confesso: tenho um fraco por bolo, fruto, com certeza, das memórias de infância, quando a casa rescendia a bolo no forno.
Bolo de aniversário, bolo de casamento, bolo de bolo, só farinha, ovos, açúcar e leite, bolo de todos os tipos. Quem me conhece pelo menos um pouquinho sabe, não sou fã de chocolate, mas não resisto a um bolo de nozes, bolo de abacaxi, com doce de leite e passas, bolo de laranja, um bom bolo de fubá.
Minha frustração na cozinha é não saber fazer um bolo que preste. Talvez seja defesa: fã de bolo que sou, já pensou se tivesse sempre um à minha frente? A balança ia arriar em dois tempos.
Fazer bolo é uma arte. Escolher a receita, misturar os ingredientes na medida certa, esperar a massa crescer no forno, servir uma boa fatia, apreciar o sabor.
Olhando bem, essa regra vale para tudo na vida. Na política, então, ela é perfeita. Segui-la é um achado. Inovar pode ser até bom, mais vai depender da mão de quem fizer a massa. Vai da expertise do mestre-cuca. Um exemplo? Veja o caso do prefeito Anderson Farias (PSD), por exemplo, na montagem do secretariado para seu segundo governo, o primeiro em “carreira solo”. Manteve alguns nomes, trocou outros de lugar, trouxe algumas peças novas para o tabuleiro. É uma aposta. Vai dar liga? Em conversa recente, Anderson acha que já deu. Na minha opinião, falta, claro, a avaliação do freguês, do cliente, que é o cidadão. Prestes a completar 100 dias de governo, Anderson vai passar por diversos escrutínios, análises e pesquisas.
Vamos esperar um balanço realista.
Cá do meu lado, torço para que o governo acerte. Afinal, São José dos Campos não merece virar um bolo embatumado ou assar demais no forno e tostar além da conta. Merece, como meu amigo José Guilherme, um bolo saboroso, que a mantenha, sempre, na lista das melhores cidades do país.
Parabéns, Zé Gui, felicidades …
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