O setor da cultura em São José dos Campos (SJC) precisa de mão de obra técnica. Essa é a visão do presidente da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), Tom Freitas.
Em entrevista ao podcast talkmais, ele falou sobre os planos da fundação para o fim de 2024.

“Entendendo a economia criativa como um ecossistema que abarca uma série de profissionais, que vai desde o artista e inclui técnicos de som, luz, cenografia, figurino e outros, precisamos trabalhar o conjunto disso.”, disse.
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Com recorrente demanda de festivais de música, teatro, gastronomia etc, os organizadores se veem obrigados a buscar profissionais técnicos na capital paulista, deixando de valorizar o Vale do Paraíba.
Para melhorar a situação, o Governo de São Paulo lançou há poucos dias o CULTSP PRO, um programa dedicado aos profissionais da cultura com oito cursos em duas linhas: arte e tecnologia e gestão cultural. São José está entre os 21 municípios contemplados pela novidade.
“Vemos um aumento da produção artística, mas não de profissionais que trabalham nessa produção. Precisamos desenvolver esse campo, que é gigante, e o mercado vai absorver. Quando esses profissionais se qualificarem, serão integrados aos festivais”, completou.
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