A Prefeitura de Pindamonhangaba publicou na manhã desta sexta-feira (23), um esclarecimento sobre um suposto caso de doença da “Vaca Louca” na cidade.
Segundo o município, não há registro de notificação pela Vigilância Epidemiológica, de constatação da doença em unidades públicas de saúde ou então privadas.

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O órgão no entanto, entrou em contato com a Santa Casa, onde um paciente com quadro de demência progressiva é investigado. Uma reunião técnica médica será feita para conclusão do diagnóstico.
Em 2024, o Brasil não registrou nenhum caso de “Vaca Louca” em bovinos, que são os animais transmissores da doença.
“Toda a carne bovina comercializada no país passa por rigoroso controle de qualidade e inspeção de órgãos sanitários, portanto, não há razão para criar pânicos junto à população”, diz nota da Prefeitura de Pinda.
Sobre a doença da “Vaca Louca”
De acordo com a Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo, a doença da Vaca Louca, ou encefalopatia espongiforme bovina não tem cura e é fatal.
Ela é transmitida aos seres humanos por meio da ingestação de carne bovina contaminada.
Quando o animal come alimentos proveninentes de carcaças infectadas, como farinhas feitas de carne ou osso, ele adquire o príon-partícula proteica infecciosa. Ao consumirem carne bovina contaminada, o ser humano passada então a desenvolver a doença.
- Nervosismo
- Dificuldade de locomoção
- Reação exacerbada a estímulos externos
- Mudança de comportamento: isolamento, medo e agressividade
- Tremores musculares
- Morte do animal em 100% dos casos
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