A vacinação contra dengue em Taubaté agora está disponível para crianças e adolescentes com 13 anos. A Prefeitura ampliou o público alvo nesta segunda-feira (27) em 35 unidades de saúde da cidade. O esquema vacinal recomendado prevê duas doses do imunizante, com intervalo de três meses entre as doses.
O responsável da criança e do adolescente deve comparecer às salas de vacinação e apresentar a carteira vacinal, documento com foto, comprovante de residência e CPF.

A campanha de vacinação contra a dengue em Taubaté começou no dia 7 de maio. Atualmente, crianças e adolescentes de 10 até 13 anos de idade podem tomar o imunizante. O grupo é o mais vulnerável para as formas graves da doença.
Segundo a Prefeitura, a estratégia adotada para essa campanha busca ampliar as faixas etárias semanalmente até atingir o público alvo previsto, de 10 a 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias) conforme a quantidade de doses e recomendações do Estado e do Ministério da Saúde. Taubaté recebeu 4.748 doses da vacina.
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Veja as unidades de saúde com vacinação contra a dengue em Taubaté

Para quem a vacina não é recomendada
A vacina não é recomendada nos seguintes casos:
- Crianças menores de quatro anos e pessoas com mais de 60 anos de idade;
- Pessoas com anafilaxia à substância ativa ou a qualquer excipiente listado na seção composição da vacina ou a uma dose anterior dessa vacina;
- Pessoas com imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo aqueles recebendo quimioterapia ou corticóides sistêmicos em doses elevadas (por exemplo 20 mg/dia ou 2 mg/kg/dia de prednisona por duas semanas ou mais), dentro de quatro semanas anteriores à vacinação;
- Pessoas com infecção por HIV sintomáticas ou com infecção por HIV assintomática com função imunológica comprometida;
- Gestantes;
- Mulheres amamentando (lactantes);
Observações importantes
Para quem pegou dengue, a recomendação é aguardar seis meses para o início do esquema vacinal, contando a partir da data de notificação.
Nas situações em que a infecção ocorre após o início da vacinação, não há necessidade de alteração do intervalo entre primeira e segunda doses, desde que a segunda não seja aplicada com período inferior a 30 dias do início da doença, contanto a partir da data de notificação. Esse intervalo não prejudica a resposta imunológica para a complementação do esquema vacinal.
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