A Secretaria de Saúde de Taubaté, por meio do Controle de Animais Sinantrópicos (CAS), divulgou nesta quinta-feira (1º) os resultados da Análise de Densidade Larvária (ADL) referente ao mês de janeiro.
A pesquisa, que monitora a presença do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela, indica que a cidade precisa redobrar os esforços no combate à proliferação do mosquito.

A ADL de janeiro atingiu 3,2 pontos no Índice Breteau (IB), o que significa que foram encontrados 3,2 recipientes com larvas do mosquito Aedes aegypti em cada 200 imóveis pesquisados.
Apesar de ser inferior aos resultados dos últimos cinco anos, o índice ainda está acima do considerado ideal pelo Ministério da Saúde, que é de 1,0 ponto ou menos. Acima de 1,5 pontos há risco de epidemia.
A área 9, que compreende os bairros Belém, Cidade de Deus, Campos Eliseos, Jardim Paulista e Monte Belo, foi a que apresentou o maior índice de infestação (5,7 pontos). A área 6, composta pelos bairros Jardim Ana Emília, parte da Vila São José, região central e Vila São Carlos, também apresentou um índice elevado (5,03 pontos).
Os principais criadouros do mosquito Aedes aegypti encontrados durante a ADL foram:
- Vasos e pratinhos de plantas
- Baldes e regadores
- Pneus
- Ralos externos
- Entulho de construção
- Outros
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Casos de dengue em Taubaté
É importante destacar que os bairros com maior número de casos de dengue não necessariamente são os mesmos com maior infestação do mosquito. Isso se deve a diversos fatores, como a densidade populacional.
A região com mais casos de dengue até o momento é a área 4, que abrange os bairros Bonfim, Quiririm, Novo Horizonte, Cecap, Chácara Flórida e Santa Tereza. Essa região apresentou um índice de ADL de 2,37 pontos.
Até 25 de janeiro de 2024, foram notificados 1.393 casos de dengue em Taubaté, dos quais 556 foram confirmados.
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