O helicóptero que caiu em Paraibuna e deixou quatro vítimas fatais ficou completamente destruído após o acidente. Imagens que circulam pelas redes sociais mostram os destroços em meio a zona de mata em que a aeronave foi encontrada.
Pertences das vítimas também podem ser vistos no local junto aos destroços, que ainda não têm previsão de serem retirados. O trabalho será feito pela CBA Investimentos LTDA, operadora da aeronave.

A advogada Thais Gianlorenço, que representa a CBA, informou que ainda não há uma data definida pois a empresa ainda resolve questões burocráticas para então organizar e realizar a operação de retirada dos destroços. A informação foi dada ao g1.
Neste sábado (12), investigadores da Força Aérea Brasileira (FAB) estiveram no local e concluíram as apurações iniciais para a investigação sobre as causas do acidente.
No mesmo dia também foi feito o resgate dos corpos das quatro vítimas do acidente, retirados por terra por conta das condições climáticas ruins para sobrevoo. Os corpos foram encaminhados ao IML de São José dos Campos e depois de devem seguir ao IML Central, onde serão liberados aos familiares.
Informações sobre o local onde o helicóptero caiu
- Trata-se de uma fazenda de difícil acesso na cidade de Paraibuna;
- O local do acidente fica a 11 quilômetros de onde a aeronave chegou a pousar, em uma área próxima a represa de Paraibuna;
- A base de operações montada pelas forças de segurança fica a 3 quilômetros da região do acidente; a trilha até o local leva cerca de uma hora e tem trechos íngremes e de mata fechada.
Resumo do acidente com o helicóptero
- O helicóptero, de modelo Robinson R44, saiu às 13h15 do dia 31 de dezembro do Aeroporto Campo de Marte, na capital paulista, com destino a Ilhabela;
- A aeronave foi encontrada nesta sexta-feira (12) em Paraibuna após 12 dias de buscas;
- Hipóteses levantadas sugerem que o piloto tenha sofrido com um fenômeno chamado de “desorientação espacial” por conta do mau tempo;
- Os quatro ocupantes da aeronave morreram;
- A Força Aérea Brasileira agora investiga as causas do acidente; informações obtidas pela SP RIO+ apontam que um relatório inicial pode levar até 60 dias para ser divulgado;