A Prefeitura já completa a quarta abertura de edital para implantação da frota de ônibus elétricos em SJC.
O modelo de proposta é diferente do comum, pois prevê a divisão do processo em três partes. Em entrevista ao podcast Talk+, o prefeito Anderson Farias (PSD) explicou de que forma ocorre esse desmembramento.

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Ao invés de se contratar uma empresa para ser responsável por toda a cadeia de serviços do transporte público, são estabelecidos acordos com diferentes empresas e cada uma fica a cargo de uma parte da operação. Uma empresa faz a locação dos veículos; uma segunda cuida da operação do sistema (contratação de motoristas, cobradores, garagem etc); e uma terceira companhia cuida dos recursos financeiros, ou seja, das tarifas.
Para o gestor municipal, essa divisão toda não é responsável pelo fracasso das três últimas licitações abertas.“O que complica hoje é ficar tudo na mão de um. Um que compra o carro, opera, vende a passagem e recebe a passagem. E o município faz apenas a questão da gestão, que não tem gestão, porque ele não está controlando”, afirmou.
Ele também não descarta um “complô” contra São José pela inovação. A crença é de que o formato gere uma certa insegurança, assim como houve na fase de implantação do CSI, o avançado Centro de Segurança e Inteligência da Prefeitura.
A avaliação de Anderson é de que o edital para implantação dos ônibus elétricos em SJC é revolucionário. Uma vez que tenha sucesso na cidade, todo os outros municípios do Brasil surfariam na onda.
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