29 anos atrás, 1° de maio de 1994 foi o dia que o esporte mundial, mas principalmente o brasileiro, sentiu a grande perda de Ayrton Senna, piloto de Fórmula 1 tricampeão mundial aos 34 anos.
Durante o Grande Prêmio de San Marino, na Itália, Ayrton perdeu o controle de seu carro e bateu no muro.
Apesar da morte precoce, Senna permaneceu presente na história do esporte e deixou um legado no automobilismo.
Na última quarta-feira (26), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) sancionou a lei que o tornou Ayrton patrono do esporte brasileiro.
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A data de 29 anos da morte de Ayrton Senna foi lembrada nas redes sociais, especialmente pela McLaren, tradicional e antiga equipe do piloto, que se manifestou com a hashtag #SennaSempre.

Carreira na Fórmula 1
Ao longo de 11 anos na elite do automobilismo, o brasileiro acumulou 41 vitórias (a quinta melhor marca na história), 65 pole positions e 80 pódios. Foi campeão três vezes (1988, 1990 e 1991) e vice-campeão em 1989 e 1993.
Ele disputou 162 GPs entre 1984 e 1994 e representou quatro equipes em sua carreira: Toleman, Lotus, McLaren e Williams.
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