O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília na manhã desta quinta-feira (30). Em seguida, foi direto para a sede do PL, também na capital federal.
Por lá, ele se reunirá pela primeira vez com aliados políticos após ficar 89 dias no Estados Unidos, em uma viagem que começou dias antes de encerrar seu mandato. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também está no local para encontrar o marido.
Desta vez, o ex-mandatário dividiu a aeronave com passageiros de um voo comercial. Quando viajou para os Estados Unidos em dezembro de 2022, ele utilizou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

Bolsonaro chega ao Brasil
Adiantada em 25 minutos, a chegada do voo que trouxe Bolsonaro foi acompanhada por diversos apoiadores e jornalistas, no aeroporto da capital federal. Dentre os presentes, estavam os deputados Hélio Lopes (PL-RJ), Ricardo Salles (PL-SP) e Eduardo Pazuello (PL-RJ), além dos senadores Jaime Bagattoli (PL-RO), Marcos do Val (PP-PI) e Ciro Nogueira (PP-PI).
Para conter tumultos e manifestações na área do Brasil 21 (complexo de edifícios onde está localizada a sede do PL), foi reforçado o policiamento. O local está a cerca de 1,5 km de distância da Esplanada dos Ministérios.
O PL também informou que não está previsto qualquer evento ou fala do ex-presidente nesta quinta (30). Em um espaço privado do complexo, ele deverá receber cumprimentos de parlamentares do PL e de outras autoridades.
Na próxima semana, Bolsonaro assumirá formalmente a função de presidente de honra do PL. O objetivo será reorganizar e liderar a oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Veja o vídeo da chegada de Bolsonaro:
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Justiça
De volta ao Brasil, Jair Bolsonaro terá que resolver algumas questões com a Justiça.
O ex-presidente está intimado pela Polícia Federal a depor no dia 5 de abril sobre o caso das joias recebidas como propina da monarquia saudita.
Ele é acusado de trazer ao Brasil, de forma irregular, joias com diamantes avaliadas em R$ 16,5 milhões.
Além da entrega de joias, o esquema envolve suspeita de propina, venda de refinaria, cargo em Paris para o então chefe da Receita Federal e tentativa de contrabando.
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