Taubaté deu início nesta segunda-feira (6) a uma operação de “arrastão” contra o mosquito da dengue, Aedes aegypti.
A ação é realizada pelos agentes de controle de vetores do CAS (Controle de Animais Sinantrópicos).

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O chamado “arrastão” é a retirada, de casa em casa, de materiais inservíveis e que servem como criadouro do mosquito transmissor da dengue.
Entre os itens estão pratinhos, vasos sanitários, baldes e outros equipamentos que favorecem o acúmulo de água.
De acordo com a prefeitura, os primeiros trabalhos se darão pela área 2 da cidade, que contempla os bairros Esplanada Santa Terezinha, Esplanada Santa Helena, Parque Ipanema, Parque Planalto, Residencial Santa Inês, Estiva, Jardim Canuto Borges, Jardim Resende e Parque São Luís.
ADL – Análise de Densidade Larvária
Na última ADL (Análise de Densidade Larvároa), realizada em janeiro, Taubaté atingiu o número de 5,7, considerado alto, no IB (Índice Bretau).
Durante a realização da ADL, são recolhidas amostras em 600 domicílios escolhidos de forma aleatória nas 10 regiões do município. Com isso, o IB é gerado.
Este índice é um valor que mede a quantidade de insetos em fase de deselvolvimento nos locais vistoriados e permite descobrir em quais áreas há mais chances de transmitir a doença, além da febre amarela, zika e chikungunya.
É considerado “tranquilo” quando o índice é de 1,0 ou menos; é tolerável com até 1,5. E acima disso já há risco de epidemia.
Normalmente, o primeiro mês do ano tem elevados índices de ADL.
Na mesma época de 2022, foi registrado 6,2 e em 2021 foi 4,5.
Segundo dados da prefeitura, foram 6.325 notificações de casos de dengue até 31/12/2022 e, destas, 1.536 foram confirmadas e 2 óbitos.
Os “arrastões” deverão continuar até a realização da próxima ADL, que acontece em abril.
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