O Centro de Vigilância Epidemiológico do Estado (CVE) de São Paulo lançou um alerta sobre o alto risco de contaminação por febre amarela.
A atenção deve ser redobrada para quem irá curtir o carnaval nos municípios paulistas que fazem divisa com Minas Gerais e Paraná.

O comunicado se deve em razão de cidades mineiras e paranaenses já estarem em alerta para episódios da doença.
A ameaça é maior na zona rural e em áreas de mata, em lugares que recebem turistas para trilhas e acampamentos, por exemplo.
No estado de São Paulo, mais da metade das pessoas (64%) se vacinaram contra a febre amarela.
A infecção acontece por meio de mosquitos silvestres, que não habitam a zona urbana.
De acordo com a diretora do CVE, Tatiana Lang D’Agostini, a imunização deve ser feita o quanto antes, para quem pretende viajar para o interior, durante o Carnaval.
“A vacina da febre amarela tem um período de 10 dias para criar anticorpos. Desta forma, quem vai viajar no carnaval para a zona de mata, ir para acampamentos, trilhas, cachoeiras, é de suma importância a imunização o quanto antes”.
Lembrando que as doses são disponibilizadas de forma gratuita em todos os postos de saúde do estado.
Em 27 de janeiro, São Paulo teve o primeiro caso de febre amarela, desde 2020. Foi um homem idoso, de 73 anos, que mora na região rural da cidade de Vargem Grande do Sul, divisa com MG.
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