
Quem está na área médica ou estuda para se tornar um profissional dela sabe que um centro de terapia intensiva é um dos ambientes mais desafiadores dessa carreira.
Os pacientes que ali estão exigem cuidados bastante específicos, como sedação, acesso venoso profundo, ventilação mecânica e diálise. E, por isso, quem está planejando tirar plantões de CTI deve ter uma preparação especializada.
Para se tornar um especialista em terapia intensiva, é preciso, antes de tudo, se tornar um médico qualificado e depois fazer um curso CTI para desenvolver as habilidades necessárias.
Além disso, há também as carreiras de enfermeiros de cuidados intensivos, que atuam nos CTI e UTI, compondo uma equipe especializada para os pacientes que precisam desse tipo de tratamento.
O que eles fazem
Especialistas em terapia intensiva fornecem suporte de vida ou sistemas de suporte de órgãos para pacientes que estão gravemente doentes e requerem monitoramento intensivo.
Os pacientes que necessitam de cuidados intensivos são geralmente aqueles que apresentam instabilidade de hipertensão/hipotensão, dificuldades respiratórias ou das vias aéreas, insuficiência renal aguda, arritmias cardíacas ou falência de múltiplos órgãos.
Além disso, alguns pacientes entram em terapia intensiva para monitoramento após cirurgia de grande porte.
Condições de trabalho
Especialistas em terapia intensiva têm um trabalho de alta pressão. A maioria dos profissionais trabalha em horário regular. No entanto, existe uma componente de plantão e, como tal, prevê-se trabalho noturno e aos fins de semana.
Os especialistas em terapia intensiva geralmente trabalham em hospitais e são frequentemente assistidos por uma equipe de médicos, enfermeiros e outros funcionários.
Ferramentas e tecnologias
A terapia intensiva é uma das áreas da saúde mais tecnologicamente avançadas e com uso intensivo de recursos. Equipamentos comuns usados em uma unidade de terapia intensiva incluem: ventilação mecânica para auxiliar a respiração, equipamento de hemofiltração para insuficiência renal aguda, equipamento de monitoramento, linhas intravenosas, sondas nasogástricas e bombas de sucção, drenos e cateteres.