Previsto para ser votado na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) nesta quinta-feira (10), o Projeto de Lei 592/2022, que prevê o aumento do salário do próximo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), assim como de seu vice, Felicio Ramuth (PSD), e do futuro secretariado da gestão não foi levado adiante por falta de quórum.
Apenas 26 dos 94 parlamentares da Casa registraram presença em plenário, o que inviabilizou a decisão sobre o projeto, pautado com regime de urgência pela Mesa Diretora.

O texto propõe que o salário de Tarcísio seja aumentado em mais de R$ 10 mil, passando de R$ 23 mil para R$ 34,5 mil. Já Felicio receberia um acréscimo ainda maior, de R$ 11 mil. O vice-governador eleito teria seu salário reajustado de R$ 21,8 mil para R$ 32,8 mil.
Os futuros secretários do próximo governo também receberiam um aumento considerável, segundo a proposta. Caso aprovaddo, os mais de 20 gestores do executivo paulista passariam a receber R$ 31,1 mil, frente os atuais R$ 20,7 mil previstos em lei.
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Apesar de não ter sido votado nesta quinta, líderes partidários acreditam que a votação seja aprovada nos próximos dias. Entre as siglas que apoiaram a pauta estão o Republicanos, partido do governador eleito, os partidos da base de Tarcísio durante a campanha eleitoral (PL, PSDB, PP e MDB) e também o PT, visto como maior oposição ao próximo governo estadual.
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