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A Academia Joseense de Letras (AJL) elegeu na última quinta-feira (5) o seu novo presidente. A eleição foi por unanimidade. A chapa única foi formada por Fabrício Correia, concorrendo à presidência; Sandro Kuesta, diretor cultural e Eduardo Caetano, diretor administrativo.
A votação aconteceu de forma secreta, seguindo as tradições e rituais da organização. O advogado Rodrigo Cabrera Gonzalez deixa a presidência da AJL, que ocupa desde 2020.
A nova diretoria foi eleita para o biênio de 2022 a 2024, mas o regulamento permite a reeleição. Fabrício Correia assume a presidência da casa prometendo dar continuidade à renovação da academia, onde a diversidade e a valorização da cultura ganharão cada vez mais espaço. A posse solene será marcada em breve. A previsão é seja em julho.
“É um momento de resistência, principalmente frente a um governo que refuta a cultura, que veta iniciativas importantes como a Lei Aldir Blanc. O agora exige mais vigor na defesa da cultura, da diversidade, dos direitos humanos. Como disse hoje, nossa Academia não se comportará nem como serva, nem como senhora, mas como a consciência do fazer artístico e cultural.”, disse o presidente recém-eleito.
Perfil
Fabrício Correia tem 44 anos e ocupa a cadeira 13, que tem como patrono Manuel Bandeira desde 2017. Nascido em Itajubá, Minas Gerais começou sua carreira como jornalista no “Jornal da Cidade”, em 1994, transferindo-se para o “Valeparaibano” em 1997. Desde então tem atuado no jornalismo no rádio, televisão, portais de notícias e todos os tipos de mídia impressa. Já ganhou diversos prêmios como jornalista. Na vida pública, ocupou cargos em cidades da RMVale e na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, tendo presidido o Fundo Social de Solidariedade de São José dos Campos.
