Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Taubaté
Dois casos já foram identificados após Câmara de Taubaté instaurar sindicância para apurar a nomeação de assessores parlamentares com diplomas falsos, com o intuito de forjar o nível de escolaridade necessário para os cargos, que consiste que todos os assessores de vereadores devam ter ensino superior.
De acordo com apuração do jornal OVale, o Recursos Humanos já exonerou ambos os servidores e a sindicância deve ainda investigar se algum funcionário tinha ciência sobre o ocorrido e deixou de reportar que os certificados eram falsos.
A investigação deve ser concluída em 60 dias, na sequência, o relatório da sindicância deve ser encaminhado à Promotoria Criminal – o Ministério Público já foi notificado sobre o caso pela própria Câmara.
Os assessores poderão responder por crimes como falsidade ideológica e uso de documento falso, com penas como prisão e pagamento de multa.
