Foto: Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas
Após pesquisa realizada pela Statens Serum Institut, que realiza a vigilância de doenças infecciosas na Europa, a subvariante da ômicron, a BA.2 foi confirmada como 33% mais infecciosa que a cepa original.
Durante o estudo, foram coletadas amostras em 8.500 casas dinamarquesas e o resultado mostrou que a subvariante é 1,5 mais contagiosa e tem cinco mutações na proteína spike, essa que é responsável por se conectar em célular humanas.
A variante já circula na Dinamarca, sendo dominante entre os casos positivos. O número de internações hospitalares no país subiu de 12 para 967. Nos Estados Unidos, metade dos estados confirmaram a circulação da BA.2, mas em níveis baixos.
A Organização Mundial da Saúde não classifica a BA.2 como variante de preocupação.
