
O Facebook removeu, na noite de domingo (24), de suas plataformas um vídeo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) após uma falsa alegação de que as vacinas Covid-19 estavam relacionadas com desenvolver AIDS.
“Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas COVID-19 matam ou prejudicam gravemente as pessoas”, disse um porta-voz do Facebook nesta segunda-feira (25).
De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e AIDS (UNAIDS), as vacinas Covid-19 aprovadas por órgãos reguladores de saúde são seguras para a maioria das pessoas, incluindo aquelas que vivem com HIV, o vírus que causa a síndrome da imunodeficiência adquirida AIDS.
Especialistas ressaltam ainda que as pessoas que vivem com HIV/Aids devem tomar as duas doses da vacina. Além disso, destacam que quem pertence a esse grupo também precisa tomar a dose de reforço após 28 dias da segunda.
Em julho, a Alphabet retirou do canal do Youtube do Bolsonaro os vídeos em que o presidente brasileiro recomendava o uso de hidroxicloroquina e ivermectina contra o Covid-19, apesar da comprovação científica de que esses medicamentos não são eficazes no tratamento da doença.