Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo
A Coronavac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, apresentou eficácia de 78% nos estudos finais realizados no Brasil. O percentual foi apresentado à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nesta quinta-feira (7), quando também deve ser feito o pedido de registro emergencial da vacina.
Segundo o governo do Estado de São Paulo, detalhes sobre os resultados do estudo feito no Brasil devem ser apresentados em coletiva de imprensa, às 12h45, no Instituto Butantan, em São Paulo.
O estudo foi revisado na Áustria pelo Comitê Internacional Independente. A taxa mínima de eficácia recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pela Anvisa é de 50%.
No Brasil, a vacina foi testada em 16 centros de pesquisa, em sete estados e no Distrito Federal, com mais de 13 mil voluntários. Os resultados apontam que o imunizante garantiu proteção total contra mortes nos 200 voluntários que foram contaminados pela doença.
Inicialmente, a previsão era a de que os resultados fossem apresentados no dia 15 de dezembro, porém, a data foi alterada para o dia 23 do mesmo mês. Na ocasião, o governo estadual informou que não poderia apresentar os dados ntes de análise solicitada pela Sinovac, conforme preconizava o contrato.
