Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
O Superior Tribunal de Justiça determinou na manhã desta sexta-feira (28), o afastamento de Wilson Witzel (PSC) do governado do Rio de Janeiro, por supostas irregularidades em contratos relativos à área de saúde no estado. O afastamento do governador do Rio faz parte das operações Favorito e Placebo, que foram iniciadas em maio.
A Procuradoria-Geral da República afirma que o governo do RJ estabeleceu um esquema de propina para a contratação emergencial e para liberação de pagamentos a organizações sociais que prestam serviços ao governo, especialmente nas áreas de saúde e educação.
Uma das Organizações Sociais havia sido contratada por R$ 835 milhões, de forma emergencial, para construir de forma emergencial os hospitais de campanha no Rio no início da pandemia do novo coronavírus.
Além do afastamento de Witzel, a Justiça também expediu mandado de prisão imediato contra Pastor Everaldo, presidente do PSC e que em 2018, foi candidato à presidência da República. Também tiveram as prisões decretadas Lucas Tristão, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico e Sebastião Gothardo Netto, médico e ex-prefeito de Volta Redonda.
