Close Menu
    Sobre a spriomais
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Escute a rádio spriomais
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube LinkedIn WhatsApp
    • Institucional
    • Equipe
    • Contato
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Spotify LinkedIn WhatsApp
    spriomais
    • Notícias
      • Cidades
      • Cultura
      • Especiais
      • Esporte
      • Geral
      • Made In Sanja
      • Meio Ambiente
      • Mulher
      • Polícia
      • Política
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Colunas
      • + Arte na Cidade
      • Animais Ok
      • Berlim Esporte Clube
      • Código Fonte
      • Cozinha sem Chef
      • Curiocidades
      • Da janela do Helbor
      • ESG na Prática
      • Esquecimento Global
      • Fora do Cabide
      • Ofício das Palavras
      • Playlist de maestro
      • Todas as Claves
      • Viva
    • Podcast
    • Branded
    • Acontece spriomais
    • Publicidade Legal
    rádio
    spriomais

    Prefeitura SJC

    Você está em:Início » Teich diz que cloroquina ainda é incerteza no combate ao coronavírus
    Saúde

    Teich diz que cloroquina ainda é incerteza no combate ao coronavírus

    30 de abril de 2020Nenhum comentário5 Minutos de Leitura
    WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Email
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Email Copy Link

    Teich diz que cloroquina ainda é incerteza no combate ao coronavírus

    Foto: Divulgação

    O ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou nesta quarta-feira que a cloroquina é uma “incerteza” no combate ao novo coronavírus. Em audiência virtual realizada pelo Senado, Teich disse que conversou com representantes do laboratório Novartis, que fabrica a cloroquina na China, e ouviu que a droga não seria um “divisor de águas em relação à doença”. O presidente Jair Bolsonaro já se manifestou algumas vezes defendendo o uso do medicamento mesmo em casos leves de coronavírus.

    – Em relação à cloroquina ainda é uma incerteza – afirmou Teich ao senadores.

    Teich disse que, apesar de ter havido estudos no início da pandemia indicando supostos benefícios da droga no tratamento da Covid-19, atualmente, há estudos que indicam o contrário.

    Ele afirmou que um executivo da Novartis, indústria farmacêutica que produz o medicamento na China, lhe disse que a droga não seria um “divisor de águas” para o tratamento da Covid-19.

    – Conversando com ele, os dados preliminares que se tem na China é que teve uma mortalidade alta (após o uso do medicamento) e certamente o remédio não vai ser um divisor de águas em relação à doença – afirmou Teich.

    Desde o início da epidemia, parte da comunidade científica se manifestou de forma cética em relação aos supostos benefícios da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. No Brasil, a droga é amplamente usada no tratamento de doenças como malária e lupus. Médicos alertam para efeitos colaterais como arritmias que podem se fatais em pacientes como problemas cardíacos.

    Um estudo realizado no Amazonas chegou a ser parcialmente suspenso após a morte de pacientes que receberam doses altas de cloroquina.

    Apesar das controvérsias, o presidente defendeu em diversos discursos o uso da droga. No dia oito de abril, ele chegou a defender o medicamento até na fase inicial da doença.

    – Instruí meus ministros: após ouvir médicos, pesquisadores e chefes de Estado de outros países, passei a divulgar, nos últimos 40 dias, a possibilidade de tratamento da doença desde sua fase inicial – afirmou.

    Na semana passada, o Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu um parecer afirmando que não há evidências de que a droga tenha benefícios no tratamento da Covid-19, mas liberou médicos a prescrevê-la em algumas situações e sempre após informar o paciente sobre os riscos da droga.

    Respiradores

    Ao responder sobre a vinda frustrada de 15 mil respiradores da China que haviam sido encomendados pelo Brasil, o ministro Teich disse que havia uma “suspeita” sobre o processo, com exigência de depósito de metade dos valores em dinheiro na Suíça, e que a própria gestão passada decidiu cancelar a aquisição:

    – A informação que eu tive, aí eu tenho que confirmar isso, é que na verdade era um intermediário que estava trazendo e existia alguma suspeita em relação à condução desse processo. Inclusive, o que  foi colocado, que é o que tenho que checar, é que tinha de ser feito um depósito em dinheiro na Suíça, metade teria que se depositado na Suíça antecipadamente, e diante disso a gente optou por não seguir. Até porque não havia expectativa de entrega. É uma coisa que posso confirmar.

    Ao ressaltar que foi uma compra feita “bem antes” de sua chegada, Teich também se preocupou em dizer que não se trata de qualquer problema de ordem ideológica com a China:

    – É importante colocar que, em relação à China, não foi uma posição ideológica. Foi um processo um pouco confuso, de ter que depositar antes, num país como a Suíça, e as circunstâncias. O que eu soube é que optou-se por não fazer, não foi nem eu que fiz essa opção. Mas eu acredito que seja isso.

    No último dia 8, o então ministro Luiz Henrique Mandetta anunciou que a pasta tinha desistido da compra de 15 ml respiradores na China. O país já tinha, segundo Mandetta, descumprido contratos de compra de equipamentos de proteção individual, como máscaras.

    — As compras na China estão praticamente todas não se confirmando. Tínhamos uma proposta de uma empresa para trazer até 15 mil respiradores, ela teria até 30 dias. Poderia chegar no 30° dia e dizer que não poderia. Descartamos essa possibilidade_disse na ocasião.

    A escassez dos produtos no mercado internacional ocorreu devido a uma corrida de vários países por conta da pandemia e também pelo fato de a produção de vários itens ser concentrada na China. Além disso, um imbróglio diplomático foi criado a partir de postagens consideradas ofensivas ao país feitas pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub.

    Reforço de médicos

    Questionado sobre a possibilidade de contratação de médicos formados fora do país, sem registro profissional no Brasil, para atender na crise da Covid-19, Teich defendeu a aplicação do Revalida, o exame de certificação de diplomas estrangeiros que não tem sido aplicado periodicamente. Segundo ele, a capacidade técnica é importante em determinados procedimentos:

    – Existem alguns atos médicos que são muito dependentes da competência técnica do profissional. Não é muito simples tratar como um todo isso. O que seria ideal é que a gente realmente conseguisse trazer o Revalida para a frequência necessária.

    A contratação de médicos formados fora do país sem Revalida é uma pressão constante sobre o Ministério da Saúde, à qual Teich se posicionou contrário.

    – Sou a favor de termos testes que comprovem a qualidade profissional. Se isso é necessário, que a gente consiga fazer isso acontecer dentro do tempo adequado – completou.

    Compartilhe Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Telegram Email Copy Link
    Notícias AnterioresPrefeitura de Taubaté suspende contratos de parte dos estagiários
    Próxima Notícia Caraguatatuba programa barreira sanitária durante feriado de 1º de maio

    Notícias Relacionadas

    Brasil já conta com 709 casos de mpox; MS convoca reunião para tratar da doença

    13 de agosto de 2024

    Atendimentos a pacientes com colesterol alto crescem 41% no SUS de SP

    8 de agosto de 2024

    Hospital Municipal de São José adquire novos arcos cirúrgicos de última geração

    11 de maio de 2024
    Inscrever-se
    Acessar
    Notificar de
    Acessar para comentar
    0 Comentários
    mais antigos
    mais recentes Mais votado

    Vicentina Aranha








    A spriomais é o primeiro portal jornalistico multidigital do Vale do Paraíba, com os principais acontecimentos da região, do Brasil e do mundo.

    email:
    jornalismo@spriomais.com.br

    Maior festival gastronômico do Vale do Paraíba, com 60 mil pessoas na edição de 2024, e que reúne os melhores restaurantes, bares e confeitarias de São José dos Campos.

    instagram:
    @mais_gastronomia
    email:
    comercial@spriomais.com.br

    O design elegante e as fotografias selecionadas reforçam a atmosfera gourmet do jornal impresso e digital do Grupo SP Rio Mais.
    Um convite ao leitor para desacelerar diante das páginas e perceber a informação como parte de uma experiência estética.

    email:
    comercial@spriomais.com.br 

    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    • LinkedIn
    • WhatsApp
    • Spotify
    © 2026 SPRIO SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO EIRELLI - spriomais 2025 © Todos os direitos reservados

    Escreva algo e precione Enter para buscar. Pressione Esc para cancelar.

    wpDiscuz
    Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. Se continuar a usar este site, assumiremos que está satisfeito com ele.