
Foto: Cláudio Vieira/PMSJC
Caso não haja reviravolta na etapa de julgamento das propostas, a primeira fase da obra viária da Linha Verde deverá custar R$ 55,832 milhões.
As propostas financeiras das 16 concorrentes foram abertas na manhã dessa segunda-feira. O menor valor foi apresentado pelo Consórcio Projeto Linha Verde, formado pelas empresas Compec Galasso e Geosonda – o valor máximo, segundo o edital, era de R$ 82,2 milhões.
As demais propostas foram: Cetenco, de R$ 68 milhões; Construtora Artec, de R$ 69,522 milhões; Consórcio Castilho – Metropolitana, de R$ 71,399 milhões; Consórcio Linha Verde – SJC (Contracta e Casamax), de R$ 72,7 milhões; Consórcio Projeto Linha Verde (Construtora Sanches e A. Madeira), de R$ 73,126 milhões; Consórcio SJC Linha Verde, de R4 73,94 milhões; Renea, de R$ 74,148 milhões; Consórcio DW – Linha Verde, de R$ 75,486 milhões; Consórcio Encalso – Convap, de R$ 78,274 milhões; Consórcio SK, de R$ 79,2 milhões; Consórcio CCL – Conserva, de R$ 79,612 milhões; Paulitec, de R$ 81,558 milhões; Consórcio Consbem/FBS – Projeto Linha Verde, de R$ 81,698 milhões; Constran, de R$ 82,348 milhões; e Consórcio Schunck / Arvek, de R$ 82,382 milhões.
Uma nova sessão será marcada, posteriormente, para o julgamento das propostas. Do valor total, R$ 30 milhões serão custeados pelo governo estadual e o restante pelo município.
Com prazo de execução de 18 meses, essa primeira etapa terá 14,5 quilômetros de extensão, partindo da Estrada do Imperador, na região sul, até a Rodoviária Nova, na região central. É por essa nova via que irá circular o VLP (Veículo Leve sobre Pneus) – a licitação para compra dos 12 veículos, que custaria até R$ 35,4 milhões, está suspensa pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) desde o dia 12 de março.