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Foto: Sindicato dos Metalúrgicos
Sindicalistas e movimentos sociais iniciaram, nesta sexta-feira (14), a ‘Greve Geral’ com a paralisação de fábricas e do transporte público na região para manifestar contra a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL). Outros alvos do protesto são os cortes na educação e a alta taxa de desemprego no país.
De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, empresas como Ford, Volkswagen, GM, Revap, Ericsson e fábricas dos distritos industriais de Taubaté começaram o dia sem trabalhadores.
Foram registrados dois pontos em que manifestantes atearam fogo: no acesso à Ericsson, em São José e no acesso à Heineken, em Jacareí. Ambos controlados.
Acesso à Heineken, em Jacareí. Foto: Rede Policial
A Polícia Militar e as Polícias Rodoviárias Estadual e Federal afirmam que estão de prontidão na região para evitar bloqueios e tumultos em estradas e na porta de fábricas.
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José, Weller Gonçalves, afirmou que a greve representa “a classe trabalhadora entrando em cena contra a reforma da Previdência”.
OPERAÇÃO DOS ÔNIBUS
O início da manhã, os sindicalistas se reuniram nas garagens das empresas para impedir a operação dos ônibus. Nas primeiras horas do dia, as frotas de ônibus de São José, Taubaté e Jacareí estavam 100% paralisadas.
A prefeitura de São José informou que, por volta das 8h, a circulação de ônibus foi parcialmente normalizada e a frota opera com 30% dos veículos no município. Ainda em São José, um veículo que operava serviço fretado foi incendiado no Jardim Santa Inês, as chamas foram controladas e ninguém se feriu.
Em Jacareí, alguns ônibus começaram a circular por volta das 8h, também com cerca de 30% da frota do transporte urbano. Um micro-ônibus da empresa JTU também foi incendiado. O veículo estava em frente à casa de um motorista no bairro Nova Jacareí.
Ônibus da JTU incendiado em Jacareí. Foto: Reprodução

