OVale

Foto: Eduardo Augusto
Na próxima sexta-feira, trabalhadores e sindicalistas vão cruzar os braços para defender o direito à aposentadoria e protestar contra o desemprego e os cortes nas verbas para a educação.
Chamado de ‘Greve Geral contra a reforma da Previdência’, o movimento é organizado por centrais sindicais em todo o país contra as propostas do governo Jair Bolsonaro (PSL). É a segunda paralisação nacional contra medidas do governo Bolsonaro. A primeira foi realizada em 15 de maio, com protestos após o anúncio de cortes na educação
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José, um dos principais organizadores da greve geral, o movimento reunirá trabalhadores de diferentes categorias na região, como metalúrgicos, químicos, petroleiros, servidores, operários da construção civil, metroviários, condutores, trabalhadores dos Correios e professores.
Estão previstas paralisações em fábricas de São José dos Campos, Jacareí, Caçapava, Igaratá, Santa Branca, Taubaté e Pindamonhangaba.
Em São José, segundo o sindicato, os ônibus circularão de forma parcial na sexta. Também devem fechar as portas –ao menos parcialmente– bancos, escolas, serviços públicos, comércio e indústrias.
“O momento pede união e luta de todos os trabalhadores. A Greve Geral é a nossa arma para barrar a reforma da Previdência. As duas greves gerais de 2017 atrapalharam os planos de Temer e agora é hora de mostrarmos nossa força a Bolsonaro. Dia 14, só saia de casa se for para protestar”, disse Weller Gonçalves, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José.