Foto: Sindicato dos Metalúrgicos
A General Motors confirmou nesta segunda-feira que iniciou mais uma rodada de sua reestruturação na América do Norte, o que inclui a demissão de 4.000 funcionários de seus escritórios.
Segundo agências, deverão ser priorizados executivos da companhia e os cortes devem ocorrer ao longo das próximas duas semanas.
As demissões fazem parte de um plano de reestruturação anunciado pela primeira vez pela GM em novembro de 2018.
Na época, a montadora disse que queria cortar cerca de 8 mil trabalhadores assalariados da sua folha de pagamento. Mas, desde então, a empresa cortou cerca de 1.500 empregos e mais de 2.250 trabalhadores aderiram a um plano de demissão voluntária.
A meta da GM é economizar cerca de US$ 6 bilhões até 2020. A montadora também planeja fechar cinco fábricas de automóveis, quatro nos EUA e uma no Canadá.
No Brasil, a montadora negocia um pacote de redução de custo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e São Caetano do Sul.
Para a fábrica de São José, a GM apresentou uma pauta com 28 itens, entre eles a redução do piso salarial e a adoção de terceirização plena na unidade. O sindicato se posicionou contra as propostas e as partes estão em negociação.
(O Vale)
