O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira (15), que o governo estuda aplicar medidas que possam reduzir os impostos cobrados de quem quer comprar uma arma de fogo no País. A análise sobre a redução dos tributos, no entanto não tem prazo para ser divulgada.
O ministro informou também que o governo analisa possibilidades para a abertura do mercado brasileiro para a produção de armas no país e disse não ver problema em se ter 100% de investimento estrangeiro. Onyx, no entanto, descartou a possibilidade de incentivos fiscais para a produção neste momento.
VALORES
Não houve mudança nos tipos de armas que poderão ser comprados. No Brasil, é possível comprar revólveres calibres 22, 36 e 38; espingardas calibre 20, 28, 36, 32 e 12; rifles calibre 22; carabinas calibre 38; e pistolas calibre 32, 22 e 380.
Em lojas, os valores vão de R$ 1.800 a R$ 6.000. Um curso básico para aprender a atirar não sai por menos de R$ 600 nas principais capitais brasileiras. Há também despesas como as taxas de registro e de renovação do registro (R$ 88 cada); o teste de tiro para registro, cujo valor varia de acordo com o tipo de arma; e o teste psicológico (de R$ 280,87 a R$ 468,12, segundo tabela do Conselho Federal de Psicologia).
De acordo com dados fornecidos pela Polícia Federal, até o começo de 2018, havia quase 650 mil pessoas com registros ativos de posse de arma de fogo.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcos Corrêa/PR
