Segundo o plano de governo de Jair Bolsonaro (PSL), a área econômica do país terá dois organismos principais: o Ministério da Economia e o Banco Central. Se o candidato do PSL for eleito, o Ministério da Economia vai ter as funções hoje desempenhadas pelos Ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
Outra intenção de Bolsonaro é reduzir em 20% o volume da dívida por meio de privatizações, concessões, venda de propriedades imobiliárias da União e devolução de recursos em instituições financeiras oficiais que hoje são utilizados sem um benefício claro à população brasileira. Além disso, algumas estatais vão ser extintas e outras privatizadas. Algumas, no entanto, serão mantidas pelo caráter estratégico.
Também está previsto o “orçamento de base zero”. Não foi detalhado de forma clara como seria implementado, mas a ideia é que o Orçamento Federal passe a ser definido a partir de metas de cada área e não com base nos gastos de anos anteriores, como é feito hoje em dia.
Bolsonaro pretende criar um sistema com contas individuais de capitalização, onde os novos participantes vão poder optar entre o sistema novo e o velho. Quem optar pela capitalização, poderá reduzir os encargos trabalhistas.
Segundo o plano de governo de Bolsonaro, será criado um fundo para reforçar o financiamento da previdência e compensar a redução de contribuições previdenciárias no sistema antigo. Para que ocorra essas mudanças, Jair Bolsonaro pretende reduzir os impostos de forma gradual. É o que explicou o presidenciável em entrevista à GloboNews.
“Estamos praticamente quebrados, na lona. Nós devemos começar a reduzir, paulatinamente, os impostos. E agora quase que um milagre tem que ser feito para mudar o Brasil.”
Fonte: Agência do Radio
