
O São José Basketball estreia nesta quinta (6), contra o Paulistano, às 19h30, pela primeira rodada do Campeonato Paulista, no Linneu de Moura.
O técnico Cristiano Ahmed disse, em entrevista ao portal spriomais, que a equipe desse ano deve priorizar o jogo de transição rápida e força física.
“Trouxemos atletas físicos, grandes, então a gente vai tentar jogar nesse sistema de transição, numa situação mais rápida de jogo, buscando sempre a segunda chance, buscando sempre os rebotes.”
A defesa também será um pilar dos joseenses nesta temporada.
“A torcida pode esperar uma defesa forte, para que a gente possa jogar em transição e não ter que ficar organizando muito jogo, para de repente ter alguma dificuldade com as equipes mais experientes”, afirmou o técnico.
Os ingressos para a estreia já estão à venda e custam a partir de R$ 10. Para comprar, é necessário acessar o site da Eleven Tickets.
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Cristiano também falou sobre a expectativa para o campeonato: “É um campeonato muito duro né, tendo em vista os investimentos de algumas equipes como a do Franca e Mogi. Claro, a gente sempre busca ser campeão mas isso é um passo de cada vez. A gente primeiro precisa classificar, e por ser um campeonato de tiro curto só com oito equipes, os primeiros jogos já tão valendo classificação.”
Elenco renovado
Com apenas dois atletas remanescentes da última temporada, o São José Basketball aposta na base para ter um bom desempenho neste ano.
“Uma coisa que a gente já vinha estudando a possibilidade e esse ano a gente vai conseguir fazer: reunir atletas estrangeiros, mais experientes e os atletas da base. A gente tá contando bastante com atletas da base. Acho que essa combinação, conseguindo fazer da melhor forma possível, dá uma liga legal pra gente poder fazer um bom campeonato”, destacou o técnico.
São três estrangeiros no elenco: Manny Payton (camisa 2), Tradavis Thompson (5) e Dexter McClanahan (22). Para lidar com a barreira linguística e cultural, Cristiano fez um estudo prévio dos atletas para conhecer seu histórico de times e experiências com comissões anteriores.
“São atletas que se relacionam muito bem, inclusive já estão todos bem entrosados. A questão da língua é um pouco mais difícil. Tem que falar em português e depois traduzir pros americanos, mas eles também vão tentando entender, se adaptar. Tem muita coisa do basquete que é em inglês já, então facilita. Aos pouquinhos a gente vai se encaixando e fazendo com que todo mundo consiga entender da melhor forma possível.”