A Polícia Federal (PF) realizou uma operação contra um grupo que planejava assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A ação, denominada “Operação Contragolpe”, tem o objetivo de desarticular o grupo composto por militares das Forças Especiais, conhecidos como “kids pretos“, que pretendia realizar um golpe de estado para impedir a posse do governo eleito em 2022.

A PF cumpriu cinco mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão e 15 medidas cautelares. Entre os alvos estão quatro militares, incluindo um general da reserva e ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), além de um policial federal.
O Exército acompanhou as operações realizadas no Rio de Janeiro, Goiás, Amazonas e Distrito Federal.
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Os principais alvos da operação incluem:
- Mario Fernandes: general da Brigada (da reserva), ex-assessor da Presidência de Jair Bolsonaro.
- Hélio Ferreira Lima: tenente-coronel do Exército.
- Rafael Martins de Oliveira: tenente-coronel do Exército.
- Rodrigo Bezerra de Azevedo: tenente-coronel do Exército.
- Wladimir Matos Soares: policial federal.
Os assassinatos estavam previstos para ocorrer em 15 de dezembro de 2022, três dias após a diplomação de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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O planejamento da organização foi chamado de “Punhal Verde e Amarelo” e incluía detalhes sobre a execução dos crimes, como o monitoramento contínuo de Moraes e a criação de um “Gabinete Institucional de Gestão de Crise” para lidar com as consequências das ações.
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