Caraguatatuba concluiu no fim da última semana a segunda Avaliação de Densidade Larvária (ADL) de 2024, ação em que agentes de saúde vistoriam as casas para medir a infestação da dengue nos bairros.
Ainda que o índice tenha reduzido dos 6% da primeira análise para 3,5% nesta, a situação continua de risco. Os resultados, divulgados pela Prefeitura, chamam atenção para a “área 6” do estudo, que teve 4,61% de taxa.
A região, segundo delimitação do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), inclui os bairros Barranco Alto, Porto Novo, Travessão, Perequê-Mirim, Jardim Tarumãs, Vapapesca, Pegorelli, Rio Claro e nos loteamentos Nova Caraguá I e II.
O alto índice de infestação do mosquito da dengue levou a Prefeitura a intensificar os trabalhos para eliminação de criadouros e aplicação de inseticida na região.

Novas ADLs ao longo do ano
A segunda ADL do ano vistoriou cerca de 3,5 mil imóveis na cidade durante o mês de abril. A previsão é de que mais duas análises sejam feitas em 2024, a próxima já no mês de junho.
O índice larvário (Índice Breteau) corresponde ao número de imóveis em que foram encontrados recipientes com larvas do mosquito Aedes aegypti durante a avaliação. Segundo os parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde, 1,0 é o limite ideal, o que representa uma baixa probabilidade de risco à epidemia.
Caso haja suspeita de focos do mosquito em seu bairro ligue no Disque Dengue, nos telefones: (12) 3887-6888 ou 156.
Casos de dengue em Caraguá
Caraguatatuba tem 4.100 casos confirmados de dengue em 2024 e outros 63 em investigação. A cidade registrou apenas uma morte para a doença no ano.
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