Nesta quinta-feira (2), o Governo Federal declarou estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul, que vive um cenário catastrófico após as chuvas que atingem todo o estado desde o início da semana.
O temporal causou prejuízo em 154 cidades. No total, já foram registradas 32 mortes e mais de 14,9 mil desabrigados. Ao menos 60 pessoas ainda estão desaparecidas.
A Secretaria estadual do Meio Ambiete e Infraestrutura monitora 14 barragens no estado. Uma delas, da Usina de Geração de Energia 14 de julho, rompeu no início da tarde de ontem e potencializou o risco da elevação do nível do Rio Taquari, que pode causar inundações e enchentes em ao menos sete cidades da bacia do rio.

Leia mais: Voo de SJC para show de Madonna pode bater recorde de ocupação desde retomada do aeroporto
Diversas ações já foram tomadas em conjunto pela Defesa Civil e Forças Armadas, que auxiliam no resgate das vítimas, desobstrução das estradas e distribuição de alimentos, colchões, água etc.
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome informou que facilitará o saque e antecipará para 17 de maio os pagamentos do Bolsa Família para beneficiários que vivem nas regiões atingidas pelas enchentes.
O Presidente Lula esteve no estado e convocou a montagem de uma Sala de Situação no RS e na Casa Civil, para monitoramento constante e propostas de melhoria para a situação.
“Não faltará ajuda do Governo Federal para cuidar da saúde. Não vai faltar dinheiro para cuidar da questão do transporte e não vai faltar dinheiro para os alimentos. Tudo o que estiver no alcance do Governo Federal, seja através dos ministros, em parceria com a sociedade civil ou através dos nossos militares, vamos nos dedicar 24 horas por dia para que a gente possa atender as necessidades básicas do povo que está isolado”, assegurou Lula.
Acompanhe também: