Trackings e pesquisas não-oficiais feitas por diversos partidos políticos acendem a luz amarela no governo Anderso Farias (PSD).

O mar não está pra peixe…
Enquanto isso, Eduardo Cury joga praticamente parado. O vai-não-vai em torno de sua candidatura a prefeito e a troca do PSDB pelo PL dominaram o noticiário político mais recente. Ex-prefeito e ex-deputado por dois mandatos cada, Cury tem “recall” junto ao eleitor e um cabo-eleitoral de peso, Emanuel Fernandes.
A troca de sigla, no entanto, anunciada no “apagar” da janela partidária, deixou o grupo que gravita em torno do PSDB de São José dos Campos com um baita problema: um excesso de candidatos peso-pesados a vereador, bem maior que o número de vagas que o partido deve conquistar na Câmara nas eleições de 2024.
Tem gente insatisfeita no “ninho”, perguntando: e agora? É dilema parecido com aquele do velho samba de Noel Rosa: “Eu pergunto: com que roupa eu vou pro samba que você me convidou?” Com essa “inflação” de candidatos fica mais fácil entender a migração da vereadora Dulce Rita para o União Brasil, talvez como vice na chapa do deputado Doutor Élton (União Brasil), talvez como candidata à reeleição.
E nem tudo são flores…
Nem bem Cury anucniou sua ia para o PL, seus ex-alidos, agora no PSD, abriram fogo contra ele. O vice-governador do Estado, Felício Ramuth, que semanas antes havia dito, em entrevista ao “Vale”, que ele, Anderson, Cury e Emanuel eram, todos, de um grupo só, pelo jeito mudou de ideia.
Em entrevista recente à Jovem Pan, Felicio classificou como “vaidade” uma eventual candidatura de Cury a prefeito de São José dos Campos.
“Fica a impressão que, em algum momento da sua vida, você [Cury] fez um movimento e não deu certo. Agora você volta, não com interesse da cidade, mas com interesse pessoal”, disse.
O “corte” da entrevista, como esperado, foi disparado ao quatro cantos das redes sociais pela “tropa” digital do PSD. Sinal que a filiação de Cury doeu…
Acabou a trégua? Ah, essa acabou faz tempo e, a cada pesquisa nova ou tracking, fica mais distante. Como costuma dizer o padre Rinaldo Rezende, de Santana, em suas homilias, agora, só o pó.
Segue o baile…
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